|Experiência Kindle|

Kindle Unlimited: O que é? Quanto custa? E que diferença isso faz na sua vida (ou na minha)?

KindleUnlimited

Imagem de divulgação

Olá, galerinha do mal!

*Incluídas as editoras participantes após a publicação deste post em 2014. Última atualização em 25 de fevereiro de 2016.

A Amazon adora fazer barulho, isso desde 2012 quando iniciou no mercado brasileiro somente vendendo e-books. Há quem diga que houve uma revolução com a entrada deste império digital nas terras tupiniquins, mesmo que já houvessem lojas que vendiam os tais livros digitais. Se o leitor brasileiro não fosse tão apegado ao ‘cheiro’ do papel, eu diria que a Amazon fez um excelente lance. O que na verdade não foi tão bom lance assim, mas é óbvio que o objetivo maior era conquistar mercado e para isso devesse saber o que seu público gosta.

Em 2014, a Amazon começou a venda de livros impressos. Eu estava muito ansiosa com isso, que leitor assíduo não estaria? A perspectiva de comprar livros com pequenos preços é contagiante! Porém, houve uma grande paranoia pelos editores sobre os descontos incríveis que a empresa faz na sua franquia americana. Além de que eu não gostaria de dar espaço, como editora, para uma empresa que no exterior tem algumas práticas muito duvidosas para impor seus desejos.

Hoje, a Amazon inaugura um novo capitulo no Brasil. O Kindle Unlimited é um serviço de empréstimo de e-books com aluguel mensal. Acho que muitos ainda não tiveram contato com serviços do gênero, eu por exemplo utilizo o Audible (Amazon Company) que tem um serviço similar só que para audiobooks com vários tipos de pacotes.

O que é?

O programa Kindle Unlimited oferece a você o acesso a milhares de eBooks Kindle. Você pode alugar até 10 eBooks de cada vez, sem data para devolução.

Amazon.com.br

Segundo o PublishNews, site especializado em mercado editorial, o Kindle Unlimited disponibiliza 700 mil títulos em várias línguas, sendo 10 mil títulos em português. As editoras Gente, Globo, LeYa, PandaBooks, Universo dos Livros, Vergara & Riba (V&R), Zahar, *Record e seus selos, *Charme e *Bezz são as iniciantes no projeto, mas as nossas conhecidas e queridinhas ainda não entraram nesse bolo. Eu vejo como uma estratégia: esperar para ver se dará certo.

Sobre os preços e os serviços

Inicialmente haverá um único pacote no valor de R$19,90. Esse pacote dá o direito de ‘emprestar’ até 10 e-books, para adquirir outro deve-se devolver um dos 10 e-books solicitado através desse serviço. As taxas mensais serão cobradas como débito automático no cartão de crédito cadastrado na conta da Amazon, e é necessário ter ativado a opção 1-Clique. E ainda, Amazon dá a oportunidade de você testar gratuitamente o serviço durante 30 dias. Pretendo fazer um tutorial de funcionamento do serviço em meados do ano que vem, por isso não discutirei como funciona neste post.

Então, que diferença isso faz na sua vida ou na minha?

Se você for um leitor assíduo de e-books, o Kindle Unlimited possibilita um catálogo imenso aos seus pés. Talvez o serviço não esteja 100%, principalmente aos que não leem em outras línguas, mas é com certeza um ponto de partida magnifico. Eu leio em média 10 e-books por mês,  quando faço as contas, vejo que posso me beneficiar muito desse serviço. Ele é realmente necessário para mim!

E é aí que está: você precisa desse serviço?

Não tenho certeza a quantas anda o serviço nos Estados Unidos, vejo que a pirataria de livros lá é muito mais massificada do que aqui. Eu sempre irei defender o autor. Você vai piratear o livro do seu autor favorito? Ele tem que comer, ele tem que pagar as contas e pagar a hipoteca. E, acima de tudo, ele tem que saber que o trabalho dele está rendendo frutos! Não vou ser hipócrita e dizer que nunca baixei um livro da internet, mas tenho uma grande satisfação de comprar meus livros e colocá-los na estante. Vejo que o Kindle Unlimited é uma opção viável para diminuição dos adeptos a pirataria de livros, sendo acessível como é.

Olhando para minha estante do Kindle, eu tenho 174 e-books. Entre eles, e-books de escritores de diversas nacionalidades, em diversas línguas e diversos assuntos. A maioria foi comprado, outros eu aproveitei que estavam de graça e ainda alguns disponibilizados pelo App Amazon da Sansung, mas assim como a maioria dos meus livros impressos, não foram nem 1/4 lidos.

Eu ainda acho que preciso desse novo serviço. E vocês, precisam do Kindle Unlimited?

Beijos, May.

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2 thoughts on “Kindle Unlimited: O que é? Quanto custa? E que diferença isso faz na sua vida (ou na minha)?”

  1. Olha, se eu preciso do Kindle Unlimited? Essa é uma pergunta com vários pontos de vistas. Precisar, precisaaar, eu não preciso. Se eu quero? Bah! Óbvio… mas, por mais que meu impulso me diga para adquirir uma assinatura neste exato momento, resolvi que vou esperar. Por um monte de motivos, sério. Um deles é que tenho uma estante repleta de livros físicos esperando para serem lidos. Mas quanto às vantagens do Kindle Unlimited, acho um passo enorme para o mercado literário tupiniquim. Primeiro que 10 livros de uma vez por R$ 19,90 é basicamente um título por menos de dois reais. Eu sou usuário do Kindle e da Amazon brasileira há mais de um ano, e acho o serviço ótimo. Por mais que os preços de alguns livros sejam impraticáveis (é o exemplo do Pintassilgo, cujo e-book está saindo a R$ 33,25 e o livro físico apenas quatro reais a mais), a maior parte do catálogo da Amazon é bem mais em conta que em outras livrarias digitais. Assim como o Netflix (que ora-mês não assisto nada, ora-mês assisto a dezenas de filmes), com o Kindle Unlimited vai ser a mesma coisa. Posso não ler nada naquele mês, enquanto no seguinte leio os dez e-books… No entanto, afora esses aspectos, o que mais me interessa nesse serviço da Amazon são os intermináveis livros estrangeiros que ainda não têm tradução, como acontece frequentemente com títulos de literatura LGBT, e até com assuntos específicos como Biblioteconomia, etc. Se eu fizer uma lista de livros estrangeiros que quero ler, e que não possuem tradução para o português, não vou terminar de escrever hoje. Tem o “porém”, obviamente, de que quem não lê em inglês se fode um pouquinho, mas ainda assim acho válido assinar, por todas as outras vantagens. Eu é que vou esperar pra assinar, talvez, ano que vem… quando a minha fila de leitura tiver diminuído pelo menos irrisoriamente. Desculpa o comment horrível de longo…

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