Lançamentos, Livros

|RESENHA| E viveram felizes para sempre, de Julia Quinn

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Olá, leitores!

Você, fã de Harry Potter, que se emocionou ao ponto das lágrimas quando o logo da Warner aparatou na tela do cinema no início do maravilhoso, incrível, extraordinário, Animais Fantásticos e Onde Habitam, eu finalmente consegui captar o sentimento! Para isso, bastou eu ler a sinopse do livro de hoje, dessa série que eu acompanho há anos, que teve um percurso de 8 livros lindos. Ahhh, queridos, não há nada que agarre meu coração como um bom romance de época… Apesar de Eddie Redmayne fazer um trabalho muito bom!

A última página de um livro realmente tem que ser o fim da história? É sobre isso que E viveram felizes para sempre irá tratar, porque as coisas boas não precisam ter fim e porque nem todos os momentos são felizes depois. Mas, nem só de fins se faz esse livro, ele ainda revela o início dessa família que conquistou o coração de milhares de leitores no Brasil, e milhões no mundo, e dá um final feliz bem típico da Quinn para um certo alguém. Não seria correto contar o livro inteiro, mas tentarei passar alguns detalhes que me chamaram a atenção, cabendo a vocês lerem o livro para a gente se amar juntos ❤

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Para cada livro, um segundo epílogo. E para cada segundo epílogo, a autora faz uma pequena ressalva do que este irá tratar. Esses epílogos, que estão mais para contos, não têm relação, podendo ser lidos na ordem que preferirmos. Pode ser que não se trate sobre o casal protagonista do referente livro, mas sim de um agregado da família. Você sabe, na família Bridgerton, sempre cabe mais um. Ainda, podem ser sobre a competitividade inerte dos irmãos, sobre alguma angústia que assola um deles, sobre segredos que não foram revelados, mas sempre (em cada um) haverá mais Bridgertons do que podemos contar. E isso foi o que deixou cada epílogo especial, porque você vê como eles continuaram unidos décadas depois, nas trapaças, nos planos infalíveis, na insanidade das 10 libras, e, sempre, quando um deles precisou de apoio. 

Apesar de todos os segundos epílogos serem maravilhosos, e eu ser suspeita para falar, o d’O conde enfeitiçado — meu livro favorito — foi o que mais me emocionou, desde a primeira frase indo além do ponto final. Eu não esperava nada menos também, contudo, o tema que a autora usou neste conto mexe comigo de uma forma única: o desejo de ser mãe. Lembro claramente de uma cena particularmente dolorosa do livro, do qual se originou o conto, onde Francesca está tão miserável tendo que juntar seus pedaços após a morte repentina do primeiro marido e, pouco depois, ela sofre um aborto espontâneo. Foi extremamente doloroso, mas este epílogo é a personificação de um merecido final feliz, muito necessário, para um personagem que sofreu demasiadamente e que continuou, mesmo após o e viveram felizes para sempre, a sofrer por um desejo enorme chamado maternidade.

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Um dos pontos principais desse livro é o conto O florescer de Violet, sendo este o início de tudo. Eu estava muito receosa de lê-lo ao mesmo tempo com muita expectativa. Afinal, a série já começa com Violet, a matriarca do clã Bridgerton, viúva. Não é segredo que eles se amaram muito e foram felizes durante o tempo que estiveram juntos, e também que Edmund foi um incrível e presente pai. Porém, nunca tivemos mais dele do que pequenas citações, que ocorreram principalmente em O visconde que me amava, e neste conto teremos um pouco mais, mas não o suficiente. Edmund era perspicaz, sorridente, charmoso e tinha um estômago sem fundo, isso lembra alguém. Hyacinth tinha que ter puxado pra alguém, os sorrisos encantadores de Gregory, todo aquele charme de Benedict, o estômago de Colin que não podia ser normal… Foi um lindo conto, mas triste também.  

Divertido? Muito. Emocionante? Demais. Julia Quinn não só atendeu aos seus fãs, ela fez mais um livro delicioso, nos regalou com novos personagens e finais perfeitos, que vão muito além dos irmãos Bridgertons. Não tem como sentir saudade de ninguém, independente de quem seja seu favorito. Não vá achando que é só um extra da série, eu garanto que vale super a pena lê-lo. Com exceção dos oito primeiros livros, que podem ser lidos de forma independente, tem que ler a série para poder ler este.

Algumas informações necessárias:

  1. A série Quarteto Smythe-Smith será publicada em fevereiro, completa, teremos os quatro livros de uma só vez;
  2. A nova série será vendida tanto em livros avulsos quanto em um box edição limitada, que já está em pré-venda;
  3. Em março, Julia Quinn virá ao Brasil para divulgar a série Quarteto Smythe-Smith; e,
  4. Recentemente, foram divulgadas quatro cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília, mas a agenda ainda está sendo fechada.

Você acha que acabou por aqui? Nada disso, domingo teremos uma tag super especial, criada por mim — além do apoio moral dos Mediadores Divos Arqueiro, descritos assim como solicitado –, para os fãs da série. Por fim, deixo um vídeo curtinho, da Diva-Mor dos Romances de Época, postado ontem, no aniversário da própria, para os fãs brasileiros:

https://www.facebook.com/Editora.Arqueiro/videos/1365965380122577/

LEIA TAMBÉM:


Feviveramfelizes_capawebICHA TÉCNICA

Título: E viveram felizes para sempre (Os Bridgertons; 9)

Autor (a): Julia Quinn

Editora: Arqueiro

Edição: 1 ed.

Ano: 2016

Páginas: 256

Skoob: Adicione!

Compre: Amazon


Alguns finais são apenas o começo,

May.

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2 thoughts on “|RESENHA| E viveram felizes para sempre, de Julia Quinn”

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