Lançamentos, Livros, Resenhas

RESENHA: Crave a Marca, Veronica Roth

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Neste dia 17 de janeiro de 2017, teremos o lançamento mundial, em mais de 30 países, do novo livro de Veronica Roth, autora da série Divergente. O livro é lançado aqui no Brasil pela Editora Rocco.

Crave a Marca é uma das grandes promessas para o ano de 2017 e no dia 22/01/17 vamos nos encontrar aqui em Manaus na Saraiva Manauara Shopping, às 16h, para comemorar este grande lançamento. O evento vai acontecer também neste final de semana em diversas outras cidades do Brasil.

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Por ser o mediador do evento, ganhei este privilégio que foi receber uma prova de trabalho do livro, o exemplar de Crave a Marca, com este kit lindo, para poder conhecer a história e estar aqui resenhando para vocês e mediando o evento dia 22.

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Título: Crave a marca

Autora: Veronica Roth

Tradução: Petê Rissati

ISBN: 978-85-7980-328-4

Código: 9788579803284

Formato: 15,7×22,5 cm

Páginas: 480

Preço: R$ 39,50

Lançamento: janeiro/2017

 

 

 

Num planeta onde a violência e a vingança reinam, numa galáxia onde alguns são afortunados e outros não, todos desenvolvem um dom-da-corrente, um poder único capaz de moldar o futuro. Enquanto a maioria das pessoas se beneficia do seu dom-da-corrente, Akos e Cyra não – seus dons os tornam vulneráveis ao controle de outros. Será que eles serão capazes de reaver seus destinos e suas vidas, e restabelecer o equilíbrio neste mundo?

Primeiro de uma série de fantasia e ficção científica, Crave a marca é o novo livro de Veronica Roth, autora do fenômeno Divergente, com mais de 32 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo. Numa narrativa cinematográfica, Veronica Roth narra a relação de dois jovens inimigos que fazem aliança para escapar da opressão que governa suas vidas. Política, democracia, tolerância, amizade e redenção estão entre os temas abordados pela escritora neste lançamento, que chega simultaneamente às livrarias de 33 países, em 17 de janeiro.

Cyra é a irmã de um tirano brutal que governa o povo Shotet. O dom-da-corrente que percorre o corpo da jovem lhe dá uma dor imensa, mas também um poder extraordinário – algo explorado pelo irmão, que a usa para torturar seus inimigos. No entanto, Cyra não é apenas uma arma nas mãos do irmão: ela é resiliente, ágil e mais esperta do que ele imagina.

Akos é da pacífica nação de Thuve e protegido por um dom-da-corrente incomum. Bondoso e extremamente fiel à família, quando ele e o irmão são sequestrados por soldados inimigos Shotet, Akos se desespera e decide fazer de tudo para resgatar o irmão com vida.

Agora, Akos se vê forçado a viver no mundo de Cyra, onde a inimizade entre seus países e suas famílias parece intransponível. Para salvar o irmão, ele encontra apenas uma saída: apostar nos poderes de Cyra. E ela, por sua vez, percebe que Akos é sua única chance de sobreviver à tirania familiar. Juntos, seus destinos podem decidir o futuro da galáxia. Mas será que confiarão um no outro? Ou acabarão se destruindo?

Crave a marca é um retrato deslumbrante de Veronica Roth sobre o poder da amizade – e do amor – numa galáxia repleta de dons surpreendentes.

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Antes de falar de como é dividido o livro em si, vou explicar para vocês no geral como ele funciona. Roth criou uma galáxia inteiramente do zero, nesta galáxia existem 9 planetas que são regidos pela Assembleia. Cada planeta tem seu governo individual e tudo mais. A história deste primeiro livro se passa em um desses planetas, Thuvhe, mas não é por isso que não conheceremos os outros.

Nesta galáxia, existe o fluxo-da-corrente, um tipo de energia que passa por tudo aquilo que possui vida. O fluxo-da-corrente é uma energia visível e está por toda a galáxia, passando pelos planetas. O fluxo-da-corrente concede a todos um dom-da-corrente, uma habilidade que todos desenvolvem na juventude, isso não torna a história algo do tipo com superpoderes, é algo que Roth aborda de uma forma bem diferente e interessante.

Eu não escolhi o sangue que corre em minhas veias — retruquei. — Do mesmo jeito que você não escolheu seu dom, sua fortuna. Você e eu, nós nos tornamos o que era esperado de nós.

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Além do dom-da-corrente, existem também as fortunas. A fortuna é como o destino, apenas crianças específicas, ao nascer, têm sua fortuna determinada pelo oráculo. Todos podem possuir diversos futuros que são determinados baseados em suas decisões, mas não as crianças afortunadas, estas já possuem seu destino decidido e vai acontecer daquela forma.

Às vezes, os dons eram de família, às vezes, não. Às vezes eram úteis, e às vezes, não.

O livro é dividido em 5 partes.

A primeira parte é narrada pelo ponto de vista de Akos; somos apresentados à família Kereseth e ao povo Thuvesita, que habita o planeta Thuvhe. Akos faz parte de uma família rica em sua cidade pobre de Thuve, seu pai se chama Aoseh e sua mãe, Sifa. Akos possui ainda dois irmãos, o mais velho se chama Eijeh e a do meio Cisi. Um pouco sobre Thuvhe e sua economia. Sifa, mãe de Akos, é o oráculo de Thuvhe, aquela que possui o dom-da-corrente de ver o futuro. Quando as crianças nascem, algumas possuem uma fortuna, que é aquilo na qual elas estão destinadas a fazer, visto pelo oráculo. As fortunas de todos são segredos, geralmente apenas as próprias pessoas sabem quando chegam à idade certa. E então, do nada, a Assembleia decide transmitir a todos os planetas a lista de afortunados e suas fortunas. Akos e Eijeh são rapidamente retirados da escola assim como Ori, amiga de Eijeh, que também possui uma fortuna. Ao chegarem em casa com seu pai e sua irmã eles são surpreendidos por soldados Shotet. Os Shotet são a outra população que também habita o planeta Thuvhe, mas que não se reconhecem como thuvesitas e estão sempre travando uma guerra civil com os thuvesitas. Os Shotet foram ali para capturar o oráculo, mas não encontram Sifa, é então que levam as duas crianças Kereseth afortunadas.

Na parte dois conhecemos Cyra, que é quem narra os capítulos. Cyra é a filha mais nova do grande governador dos Shotet. A partir dela vamos conhecer um pouco mais sobre seu povo e descobrir que Cyra possui um dom-da-corrente tão poderoso quanto doloroso. Seu irmão mais velho, Ryzek, assume o lugar do pai após sua morte e usa e abusa do poder da irmã para amedrontar e torturar seu povo. Ryzek e Cyra são afortunados e enquanto Ryzek esconde ao máximo o fardo que é sua fortuna, Cyra possui uma sem grande importância aparente. Ryzek precisa de um oráculo para poder alterar seu destino, isso nunca foi feito. É assim que os Kereseth capturados vão parar em sua sala. Descobrimos o peculiar dom-da-corrente de Eijeh e a curiosa fortuna de Akos que acaba se tornando um fardo. Akos possui um dom-da-corrente que o torna a única pessoa capaz de ajudar Cyra e isso faz com que os dois se aproximem, enquanto isso Akos planeja como resgatar seu irmão que está sendo torturado e levá-lo para casa.

— Por que devo confiar em você?

— Você está desesperada, e eu também. Pessoas desesperadas tomam decisões estúpidas o tempo todo.

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Na terceira parte já temos os capítulos de Akos e Cyra intercalados, é quando eles já estão mais próximos e a história vai se desenvolvendo. Mas não se iluda, como a capa do livro já diz: “Não há lugar para honra na sobrevivência”.

As duas últimas partes seguem no mesmo estilo de intercalar as narrações, o que é ótimo, pois nos ajuda a ver a história de ambos quando eles se separam, sem perder muitos detalhes. São esses detalhes que não vou comentar para não estragar a história.

— Posso beijar você? Ou vai doer?

—E se doer? A vida é cheia de dor mesmo.

O que eu achei do livro? Eu AMEI! Sério. O livro conseguiu mesclar os temas sem dar total predominância específica. O livro fala de poderes, mas nada nem um pouco clichê. Tem amor, mas é mais sobre o amor entre irmãos, claro que existe o romance, mas é algo que fica mais em segundo plano. É um universo com 9 planetas e uma Assembleia que aparentemente tenta controlar tudo, mas o livro não expande tanto isso nesse primeiro volume, é algo que ele nos mostra que está ali, mas que não vai abordar agora, vai ficar para depois.

É algo totalmente novo, ela tem termos criados por ela, planetas que ela deixa no ar para ficarmos na vontade de conhecer eles logo, afinal, dos 9 só conhecemos bem Thuvhe e uma pequena visita a outro planeta. Eles citam o planeta quente, outro planeta que é só escuridão e pouco se sabe sobre ele, caramba, eu já to morrendo de ansiedade para conhecê-los!

É isso pessoal, SUPER RECOMENDO este grande lançamento a vocês, e dia 22 agora, para quem for de Manaus, tem evento e vou falar um pouco mais e sortear esses brindes exclusivos que estão aí nas fotos! Aguardo vocês por lá!

Abraços,

Roh.

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12 thoughts on “RESENHA: Crave a Marca, Veronica Roth”

  1. Socorro, não é atoa que Veronica Roth é uma das minhas autoras favoritas. Tudo que ela faz é incrivel, e essa resenha só me fez desejar mais ainda cada trabalho que ela lançar, inclusive esse livro. Nota 10.

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