Desafios e Metas 2017

Maratona Literária de Inverno 2017

Olá, leitores!

Tenho quase certeza que vocês já ouviram falar da Maratona Literárias de Inverno realizada pelo canal Geek Freak, do Victor Almeida. Como nem todo mundo é obrigado a saber dessas coisas… A MLI é um evento anual onde vários leitores se juntam para ler o máximo que poderem, cumprir desafios propostos pelos organizadores e, ainda, discutir suas leituras através das mídias sociais com outros participantes.  Continue lendo “Maratona Literária de Inverno 2017”

Desafios e Metas 2017

O que nos reserva maio…

Olá, leitores!

Maio. Eu adoro maio. Parece mais mágico, colorido e florido. Por acaso, eu faço aniversário dia 22, minha avó paterna dia 27, meu pai dia 10 e minha avó materna dia 1º. Ou seja, sempre tem muita comida. E livros? Talvez sim, talvez não. Estou planejando montar uma lista de desejados, mas o que eu quero mesmo é dar uma lida nos montantes que eu comprei no início do ano. Para isso, montei um mini desafio para esse mês. Continue lendo “O que nos reserva maio…”

Desafios e Metas 2017

A Carnatona e minha TBR!

Preparem a marchinha de carnaval e a sua TBR, vem aí a #CARNATONA !!!!!

Olá, pessoal! Hoje venho falar para vocês um pouco da #Carnatona e mostrar a minha TBR. Eu descobri a Carnatona ano passado por uma amiga, a Thaisa Lima de Maceió, que é uma das organizadoras do evento. Ano passado eu não participei, mas fiquei reparando de longe, este ano a movimentação está sendo bem maior e se encaixou com um tempo livre meu então resolvi participar.

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Desafios e Metas 2017, Livros

Projeto de leitura – Livro S

Você já conhece o livro S?

Pois deveria. Talvez até já tenha visto ele por aí nas andanças pela livraria, naquelas vezes que a gente entra na livraria e vai catando aqueles livros UAU e depois coloca tudo de volta no lugar prometendo que volta para pegar seus bebês e levar para casa, sabe. Então, vou tentar ajudar vocês, esse aqui é o S:

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Sim, essa caixa preta apenas com um grande S na capa bem sinistro e misterioso. Mas não foi apenas a caixa que me chamou a atenção, o nome de um autor também ajudou a aumentar o interesse, J. J. Abrams, afinal, se tem o J. J. Abrams no meio com certeza vale a pena conferir.

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Desafios e Metas 2017

Quero ver cumprir: metas 2017 (literárias e não-literárias)

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Olá, queridos leitores!

Se você — assim como eu — tem sérios problemas para concretizar seus objetivos, cumprir suas metas e pôr em prática seus projetos, leia com urgência o post Resenha: Como se tornar mais organizado e produtivo, de Ken Zeigler + Metas para quê?, do Vlaxio. O livro apresenta 24 questões para os que querem finalmente tirar seus projetos do papel, colocar a mão na massa e colher os frutos. Além disso, nosso colaborador ainda nos revela suas metas literárias para 2017. Não só ele, mas o Roh também nos apresenta, no post Metas literárias!, seus desafios para esse ano. Continue lendo “Quero ver cumprir: metas 2017 (literárias e não-literárias)”

Desafios e Metas 2017, Livros

Metas literárias!

Um ano novo começou por isso estamos sempre fazendo promessas e estabelecendo metas; há alguns anos passei a estabelecer metas de leituras para o ano. Eu não sei como vocês estabelecem, mas eu não curto muito estipular números de leitura exatos, quando eu comecei isso eu havia lido 24 livros num ano, aí eu coloquei como meta ler mais do que o ano que passou, aí eu li a mesma coisa no ano seguinte. Esse ano agora eu li mais do que geralmente leio, but, eu não registrei isso aí fiquei meio incerto quanto ao número, acredito ter sido cerca de 42 livros.

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Desafios e Metas 2017, Livros, Resenhas

Resenha: Como se tornar mais organizado e produtivo, de Ken Zeigler + Metas para quê?

02012017

Olá, segundo dia do ano.

Olá, leitores do Silêncio Contagiante.

Ao que parece, o #MoranguinhoDoNorte não me escalpelou vivo pela traquinagem que fiz ontem. De quebra, ainda recebi carta branca para continuar a melhor semana de resenhas que você respeita. Hoje, para dar um sacolejo nas coisas, vamos falar sobre algo polêmico que não envolve mamilos. Tem a ver, pequenos gafanhotos, com Metas de Ano Novo Fantásticas e Onde Habitam. Mas isso fica lá para o final. Antes, porém, vamos cortar as amenidades e partir para a resenha da vez.

O título do livro de hoje é bem extenso. “Como se tornar mais organizado e produtivo: 24 lições para estabelecer metas, definir prioridades e gerenciar seu tempo”. Mas poderia se chamar assim: “Como parar de procrastinar: seria meu sonho?”. O livro faz parte da Coleção Desenvolvimento Profissional, que, por sua vez, é publicada pela Sextante dentro da Coleção Você S/A.

Dei uma olhada no site da editora, e verifiquei que há pelo menos 17 livros nessa coleção, e todos eles contam com 24 lições para alguma coisa (não sei bem o motivo dessa tara pelo número 24, cof cof…). Os livros trazem uma seleção de autores renomados em suas respectivas áreas de atuação, e ensinam desde técnicas para motivar grupos até exercícios para aperfeiçoar a oratória e se comunicar com clareza. Mas não são livros de autoajuda, que fique bem claro. O foco da coleção é o nicho administrativo, por isso você vai se deparar com temas recorrentes do campo profissional para ajudá-lo a crescer em sua própria área.

O exemplar que tenho em mãos é o volume 7, caso estejam se perguntando. Eu, particularmente, gostaria de possuir todos os livros da coleção, e provavelmente devo adquiri-los ao longo do tempo. Por 3 motivos: 1) são livros curtinhos, entre 70 e 100 páginas, portanto, a leitura é bem rápida e de fácil compreensão, além de terem um preço superpraticável no meu orçamento de aspirante a de-humanas-forever; 2) os assuntos realmente ajudam pessoas que querem se empenhar a fazer algo, mas que não têm o conhecimento técnico para dar o pontapé inicial, por isso, a coleção funciona como um tipo de consultoria objetiva e eficiente que apresenta exemplos e resultados comprovados, e o melhor é que não sugere métodos e promessas esdrúxulos, tipo “como emagrecer 30 kg em 2 horas”; e 3) é sempre bom ter esse tipo de coleção em casa, pois você pode consultá-las como um acervo de referências, isto é, são livros que você pode reler todos os anos, e reciclar as dicas para se adequar ao ano que se inicia.

Como falei mais acima, o livro traz 24 lições. Entrementes, não falarei sobre todas elas, claro, porque senão seria melhor digitalizar as páginas e disponibilizar para download, e isso seria errado (cof cof – essa tosse está me mantando, eheh). Ao invés disso, escolhi 5 lições sobre as quais vou falar, e que vão servir para você e eu aplicarmos nas nossas metas (especialmente literárias) para 2017. Que tal? Nada melhor do que fazer essa leitura no começo do ano, em plena segunda-feira, a fim de ir se preparando para encarar os meses que vêm pela frente. Vai por mim!

Oká! Vamos começar…

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Lição 1 (ou #3 no livro): Estabeleça suas metas

Parece até óbvio, né, que você precisa “focar na meta” (vide imagem, ba-dum-tss), mas descobrir quais são essas metas pode não ser uma tarefa tão fácil assim. Especialmente se você, assim como eu, tem aqueles lapsos momentâneos de “Que diabos vou fazer da minha vida?”. Normal, acontece nas melhores famílias de Londres. Zeigler sugere que, antes de mais nada, você tome um tempo para pensar qual é o seu objetivo, e geralmente, tal como na vida acadêmica, esse real objetivo provavelmente vai começar com um verbo no infinitivo. Por exemplo: Ficar rico. Perder peso. Aprender a cozinhar. Ler livros em inglês. Aceitar Jesus (cof cof).

Esse objetivo vai acabar se transformando em uma meta, que se encaixa num cenário mais amplo. O que isso quer dizer? Bem… você precisa ser um pouco realista. Seu objetivo tem de estar inserido dentro de uma realidade física palpável e concreta. Não vá pensando que pode começar a definir coisas do tipo “Falar alemão fluente em duas semanas”, ou “Ser presidente dos EUA”, ou “Fazer o crush me notar”. Você pode sonhar alto, sim, contanto que seus objetivos não sejam impossíveis de executar. Uma vez delimitado o seu objetivo – e isso não quer dizer que você só pode ter um, mas que é bem melhor definir um de cada vez para não congestionar seu raciocínio –, você vai para o próximo passo.

Lição 2 (ou #6 no livro): Não fique adiando as coisas

De nada adiante estabelecer como meta que quer ficar com um corpo igual ao da Megan Fox se você não para de adiar entrar numa academia para a segunda-feira seguinte, e depois para outra segunda-feira, e depois para fevereiro… quando menos notar, já vai estar estipulando as metas para 2018 enquanto chora ao lado das sobras do pavê de chocolate da festa de Réveillon. Sejamos francos, né?! Se você estabeleceu uma meta, é também preferível que estabeleça um tempo para começar e terminar. Dentro desse período, você deve evitar cair na tentação de “deixar para a próxima segunda-feira”.

Como solução para isso, Zeigler sugere que, ao invés de encarar a meta apenas como um resultado final, você deve reparti-la em etapas. Assim, você cumpre as etapas separadamente e não sobrecarrega suas atividades em detrimento da meta em evidência. Por exemplo, quando sua meta é preparar um bolo de aniversário, você não faz tudo ao mesmo tempo, certo? Primeiro bate o bolo, coloca para assar, prepara a cobertura, e por fim decora. Viu? Houve uma série de etapas que, cumpridas dentro de uma ordem, levaram à realização da sua meta: o bolo de aniversário. A ordem não precisa ser linear, ou seja, você pode preparar primeiro a cobertura e deixar descansando enquanto faz o bolo; mas deve seguir uma lógica, isto é, você não pode confeitar um bolo que ainda não está assado.

Lição 3 (ou #9 no livro): Use uma agenda diária

Sabe aquela agenda marota que você ganhou de uma tia desconhecida no natal e que não serve para nada? Que tal começar a usá-la para algo útil? Você pode, por exemplo, preenchê-la com todas as etapas para alcançar sua meta nos dias em que dedicará especialmente para aquilo. A partir de então, toda vez que executar uma meta, você dá baixa na agenda, e ver um monte de coisas já realizadas acaba te inspirando a continuar (acredite, falo por experiência própria). Pode, inclusive, verificar na agenda o que deve ser feito caso tenha esquecido de alguma coisa.

Você pode argumentar que vai se esquecer de olhar a agenda para lembrar de fazer as coisas, mas tenha em mente que um hábito não se constrói da noite para o dia. Vai levar algum tempo até que você se habitue à ideia de usar uma agenda para organizar sua rotina. Porém, quando conseguir se acostumar ao uso dela, será tão natural que você vai se perguntar como demorou tanto tempo para praticar esse hábito. Melhor ainda: você não suporta andar com calhamaços por aí, pesando da sua mochila, e/ou acha agendas um artigo de papelaria extremamente obsoleto, ultrapassado, bad vintage, kitsch? Sem problema, monamur. Para isso, existem toneladas de aplicativos para celular que possuem as mesmas funções de uma agenda tradicional, e ainda disponibilizam funcionalidades que uma agenda física jamais sonharia em ter. Temos aí exemplos como o Microsoft Outlook, OneNote, Lotus Notes, Evernote, Novell Group Wise, etc. O que você tem a perder?

Lição 4 (ou #15 no livro): Conquiste sua mesa de trabalho

Essa é uma lição que eu já praticava muito antes de ler o livro, e que posso dizer com toda certeza que dá certo (pelo menos para mim, é claro). Diz respeito ao fato de que você deve arrumar sua mesa sempre que for começar um trabalho. Na minha opinião, isso pode se estender inclusive para as Áreas de Trabalho do seu PC ou Notebook. Quando tiver de usar um desses dispositivos para qualquer coisa que seja, é sempre bom você deixar a área de trabalho o mais clean possível, pois não há nada mais horroroso do que uma área de trabalho de computador toda bagunçada, poluída de ícones e atalhos desnecessários, com um wallpaper berrante e arquivos para todos os lados.

Uma vez li no site Papo de Homem, numa matéria que eles escreveram sobre coisas absurdamente fáceis de fazer que deixam a vida extremamente melhor que – vejam só! – deixar a pia brilhando antes de dormir faz você começar o dia seguinte com um humor melhor. De acordo com a matéria, é bem ruim você preparar o café ao lado de uma pia cheia de louça suja, engordurada e com restos de comida (Argh!). Por outro lado, preparar o café ao lado de uma pia brilhando dá uma sensação de felicidade que você empodera a si mesmo, como uma experiência única. A mesma lógica se aplica à sua mesa de trabalho. Se você precisa escrever um artigo para a faculdade, ou uma resenha para o blog (cof cof), sua produtividade talvez seja determinada exatamente pela quantidade de coisas que há na sua mesa, atrapalhando sua concentração, mesmo que inconscientemente. De novo: vai por mim! Limpe sua mesa. Mantenha sobre ela apenas o essencial, aquilo que será usado para seu trabalho. Outras coisas podem ser descartadas e guardadas em outro lugar. Lembre-se: sua mesa não é cabide, nem guarda-roupas, nem bandeja, nem descanso para louça suja.

Lição 5 (ou #17 no livro): Limite as interrupções

Quem aqui não perde a concentração ao ler um livro e alguém chama seu nome que atire a primeira pedra. Às vezes você tem uma epifania, mas de repente sua mãe chama para almoçar, o cachorro começa a latir, o crush manda nude, sua encomenda acaba de chegar, a deusa-mãe envia um coreano para lhe evangelizar, e quando menos espera sua epifania foi esquecida para sempre, ou pelo menos você não consegue lembrar dela do jeito que pensou previamente. Por quê? Por causa das interrupções, que, neurologicamente falando, têm o poder de desviar o curso dos nossos pensamentos. Às vezes, essa mudança de curso leva a caminhos melhores, mas, geralmente, só prejudica mesmo a sua concentração.

Zeigler diz que uma interrupção média leva de seis a nove minutos para começar e terminar, e ainda tira de você em torno de quatro a cinco minutos, que é o tempo que você vai levar para se concentrar novamente no que estava fazendo e retomar o fio da meada. Dependendo do número de interrupções, seu trabalho todinho pode ser comprometido. Por isso, é necessário que você tome atitudes para evitar as interrupções. Coisas simples como colocar o celular no modo avião (ou desligá-lo mesmo, tirar a bateria, colocar dentro de uma caixa de isopor e manter no freezer até terminar o trabalho), pendurar um sinal de Não-Perturbe na porta do quarto, etc. Obviamente, há certas coisas sobre as quais você não tem controle, mas, se você compensar extinguindo outras interrupções, então pode ser que o fio da meada continue equilibrado.

Ninguém disse que seria fácil.

Isso é tudo o que eu tinha para dizer sobre esse livro cuja coleção mal conheço, mas já adoro pacas. É uma leitura diferente do que nós estamos acostumados a resenhar aqui, mas se faz bastante pertinente para a vida de qualquer um… especialmente no início do ano, quando estamos afogados em metas e mais metas e mais metas. O livro tem inúmeras outras dicas e exercícios que você pode praticar se procura acabar com a procrastinação e manter sua rotina organizada e produtiva. Chega de empurrar tudo com a barriga, né, queridannn?

Agora que você deve estar mais animado(a) e inspirado(a) a definir as próprias metas, ainda dá tempo, o ano mal começou. Aqui no blog, nós também temos metas, é claro, e muitas delas são literárias. Boatos de que a #MoranguinhoDoNorte vai fazer um post todo dedicado às metas literárias dela para o ano de 2017. Tô louco pra saber, porque adoro xeretar as metas dos outros e compará-las com as minhas.

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Concernente ao universo literário, minhas metas são as seguintes:

Meta #1 Ler um clássico por mês: essa meta não é bem para 2017, mas para o resto da minha vida. Pretendo, até o dia de minha morte, ler um clássico da literatura nacional e internacional por mês (no mínimo). Você pode se perguntar se existem clássicos suficientes para isso, então bora fazer as contas. Eu tenho 25 anos, e provavelmente vou viver, numa estimativa otimista, mais uns 50 anos. Cada ano tem 12 meses, então, multiplicando 50×12, significa que até meus 75 anos (quando provavelmente morrerei de acordo com minhas contas) eu terei lido cerca de 600 clássicos da literatura. Mas o que eu considero clássico? Bem: 1) o escritor tem de estar morto, porque não considero clássicos da literatura livros cujos autores ainda estão andando pela face da terra (não sou obrigado); 2) o livro deve reconhecidamente contribuir para a literatura, pois não vou ler qualquer livro só porque foi escrito no século XVI, tem de haver qualidade; e 3) não descarto releituras, pois há livros que precisam ser lidos mais de uma vez na vida. Em sendo assim, acredito que conseguirei ler 600 clássicos até os 75 anos, completando, doravante, minha meta literária que se inicia em 2017.

Meta #2 Ler um livro por mês (fora os clássicos): bem, nem só de clássicos sobrevive o leitor contemporâneo, não é mesmo? Por isso, separei espaço para pelo menos um livro por mês além do clássico obrigatório. Provavelmente lerei mais de um, mas a meta é pelo menos um… o resto é lucro.

Meta #3 Ler um quarto desses livros em inglês: preciso continuar praticando minha fluência na língua inglesa, portanto, decidi estipular que um quarto dos livros lidos em 2017 serão em inglês. Se eu vou ler no mínimo 24 livros, significa que até o final do ano pelo menos 6 deles terão sido em inglês.

Meta #4 Escrever dois livros: lembra no post de ontem quando falei que estive focado num projeto pessoal, por isso fiquei longe das resenhas? Pois é, eu estava terminando de escrever meu segundo livro. Surpresa! Para quem não sabe, pretendo ser escritor em algum momento da minha vida. Minha meta literária mais importante e fucking ambiciosa para este ano é escrever não um, mas dois livros. E não pense que dessa vez vou ficar longe das resenhas, porque aplicarei todas as dicas do livro que apresentei hoje a você, e vou conseguir organizar todas as minhas atividades, entre trabalho, mestrado, blog, vida social… na verdade, essa última nem tanto. Mas, sim, pretendo escrever dois livros esse ano e ainda continuar colaborando com o Silêncio Contagiante pelo tempo que me quiserem por aqui.

E isso é tudo, pessoal. O texto de hoje ficou um pouco longo, mas você já deve estar acostumado à minha falácia habitual, portanto, releve. Espero que tenha gostado da resenha e esteja ansioso(a) para nosso encontro de amanhã.

Se der, coloque nos comentários quais são as suas metas para esse ano.

Tenha uma ótima semana!

Há braços.

Vlaxio.