Resenhas

Resenha: Clube da Luta Feminista, de Jessica Bennett

Olá, leitores!

Parece que ele só quer te explicar algo rapidinho [que você já sabe]? Repete tudo o que você diz? Fica com o crédito das tuas ideias? Ele te interrompe no meio de uma reunião? Pede para você pegar o cafezinho e fazer as anotações da reunião? Você é vista como arrogante, esquentada, dramática et cetera ao agir da mesma forma que um colega homem? Você se sente menos qualificada e mais insegura, começa a se perguntar se você tem direito a um lugar na mesa, não consegue defender um projeto ou mesmo pedir aquele aumento muito merecido… O problema é que você é mulher e precisa se armar para enfrentar o mercado de trabalho, melhor, se armar contra o patriarcado que te desmerece por algo completamente fora do seu controle.

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Resenha: A caça, de M. A. Bennett

Deixa logo eu te dizer que tipo de livro é esse: é o tipo que me fez chegar atrasado no trabalho simplesmente porque eu precisava terminar de ler ele de tão empolgante que estava, não dava para ir me arrumar e sair sem terminar! Se isso já te convence então corre pra ler, caso ainda não esteja convencido, senta aqui que vou te contar um pouco mais.

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Resenha: Mulheres que correm com os lobos, de Clarissa Pinkola Estés

Mulheres que correm com os lobos, de Clarissa Pinkola Estés, é um clássico dos estudos sobre o sagrado feminino e o feminismo. Primeiro de uma série de longsellers da editora Rocco, Mulheres que correm com os lobos retorna as livrarias em nova edição com projeto gráfico diferenciado e capa dura.

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Livros, Resenhas

Resenha: Mestre das chamas, de Joe Hill

Nessas últimas semanas eu tenho pensado muito sobre o futuro. Não o meu futuro, exatamente, mas o futuro da humanidade, das profissões, da tecnologia. É um exercício interessante você parar para pensar de verdade sobre qualquer coisa. Pode ser sua vida, sua família, seus amigos. A gente não costuma praticar esse exercício com frequência, e, ao invés disse, seguimos a filosofia do Zeca Pagodinho e deixamos a vida nos levar. Continue lendo “Resenha: Mestre das chamas, de Joe Hill”

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Resenha | The Chase, de Elle Kennedy

Olá, leitores!

Elle Kennedy está de volta com The Chase, primeiro volume da spin-off de Amores Improváveis, e traz novos personagens apaixonantes e uma proposta: não julgar pela aparência, e, sim, pelo conteúdo. Nesta nova série, retornamos à Universidade Briar, aos jogos e jogadores de hóquei no gelo, com direito a participação especial dos nossos amados personagens da série anterior para matar a saudade.

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Análise – Titans | Série Original Netflix

Cumprindo a indicação que recebi do Roh, cá estou eu para falar sobre essa série. Confesso que, por mais nerd que pareça ser, sou muito desligado do mundo dos super-heróis, DC, Marvel e etc. Contudo, aceitei o presente e decidi dá uma chance. Continue lendo “Análise – Titans | Série Original Netflix”

Livros, Resenhas

Resenha: The silver cage, de Anonymous | Ou como a religião sentenciou um bom escritor ao anonimato

E se a história deste livro fosse baseada em fatos reais e, por uma questão de segurança e privacidade, o autor preferiu não se identificar? Por outro lado, é possível argumentar que toda ficção é baseada em fatos reais, com acréscimo deste ou daquele artifício narrativo para melhorar tramas simples, como a de um garoto que é expulso do colégio interno e decide voltar para casa sem avisar os pais. Esta premissa em particular diz respeito à obra-prima de J. D. Salinger, O apanhador no campo de centeio.

O que diferencia The Silver Cage da obra de Salinger é a reclamação de autoria. A história d’O apanhador no campo de centeio não apresenta nada que, à época, impedisse Salinger de assumir a responsabilidade pela publicação. Com The Silver Cage a situação é um pouco diferente. Minha teoria é a de que este é um retrato de personagens da vida real cuja história, caso contada como não-ficção, geraria escândalo para uma certa comunidade religiosa, portanto, o autor da obra não teve outra escolha a não ser publicá-la em anônimo. Continue lendo “Resenha: The silver cage, de Anonymous | Ou como a religião sentenciou um bom escritor ao anonimato”