Resenhas

Resenha: Androides sonham com ovelhas elétricas?, de Philip K. Dick

Oie! Tudo bem com vocês?

Hoje trago resenha de um dos meus livros favoritos que foi relançado ano passado: “Androides sonham com ovelhas elétricas?”de Philip K. Dick. É um livro distópico de ficção publicado pela primeira vez em 1968. Continue lendo “Resenha: Androides sonham com ovelhas elétricas?, de Philip K. Dick”

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Livros

Endgame, os personagens: para quem você está torcendo?

Um dos livros que estamos sorteando este mês é Endgame O Chamado, primeiro livro desta trilogia arrebatadora! Eu já fiz uma resenha bem legal sem spoilers ano passado, você pode conferir aqui. Então para falar um pouco mais sobre Endgame resolvi falar sobre seus personagens, que com toda certeza você irá se identificar com um deles, afinal tem personagem para todo gosto.

Continue lendo “Endgame, os personagens: para quem você está torcendo?”

Livros

RESENHA – Estação Onze, Emily St. John Mandel

 

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*suspiros*

Tem apenas algumas horas que terminei de ler este livro e eu já precisava começar esta resenha. Eu já havia visto Estação onze faz um tempo, logo que lançou, a capa me chamou bastante atenção, pois achei muito bonita e sua premissa também me pareceu bem interessante; acabou que o livro foi ficando na fila, pois havia outras prioridades. Recentemente anunciei o evento Piquenique Distópico, onde abordaria alguns livros que tratam sobre distopias, foi aÍ que vi a oportunidade de ler Estação onze.

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Estação Onze

Emily St. John Mandel

R$ 20,90 até R$ 32,81

Ano: 2015 / Páginas: 320
Idioma: português
Editora: Intrínseca

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………Certa noite, o famoso ator Arthur Leander tem um ataque cardíaco no palco, durante a apresentação de Rei Lear. Jeevan Chaudhary, um paparazzo com treinamento em primeiros socorros, está na plateia e vai em seu auxílio. A atriz mirim Kirsten Raymonde observa horrorizada a tentativa de ressuscitação cardiopulmonar enquanto as cortinas se fecham, mas o ator já está morto. Nessa mesma noite, enquanto Jeevan volta para casa, uma terrível gripe começa a se espalhar. Os hospitais estão lotados, e pela janela do apartamento em que se refugiou com o irmão, Jeevan vê os carros bloquearem a estrada, tiros serem disparados e a vida se desintegrar.
……….Quase vinte anos depois, Kirsten é uma atriz na Sinfonia Itinerante. Com a pequena trupe de artistas, ela viaja pelos assentamentos do mundo pós-calamidade, apresentando peças de Shakespeare e números musicais para as comunidades de sobreviventes.
………Abarcando décadas, a narrativa vai e volta no tempo para descrever a vida antes e depois da pandemia. Enquanto Arthur se apaixona e desapaixona, enquanto Jeevan ouve os locutores dizerem boa-noite pela última vez e enquanto Kirsten é enredada por um suposto profeta, as reviravoltas do destino conectarão todos eles. Impressionante, único e comovente, Estação Onze reflete sobre arte, fama e efemeridade, e sobre como os relacionamentos nos ajudam a superar tudo, até mesmo o fim do mundo.

Vampiros, super poderes, zumbis, busca por cura de doenças mortais, ataques nucleares, todos estes temas que todos sempre vemos em nossas distopias favoritas, em Estação onze não há nada disso!

O livro começa no teatro, uma apresentação de Rei Lear com Arthur Leander representando seu tão sonhado papel de Rei Lear, até que tem um ataque cardíaco no meio do palco. Um espectador com treinamento em emergência médica corre para tentar ajudar, uma atriz mirim observa assustada, Arthur morre. Mais tarde, os produtores do espetáculo estavam no bar do saguão bebendo à saúde de Arthur e conversando sobre o acontecido e o impacto disso nas apresentações. Entre todos eles que estavam no bar naquela noite, o garçom foi quem sobreviveu mais tempo, três semanas.

— Sabe, na versão para o cinema, há o apocalipse e depois…

— O que leva você a pensar que vamos conseguir chegar ao que vem depois?

Tudo começa de forma simples, mas instantânea. Uma gripe que foi denominada Gripe da Geórgia começa a matar o pessoal; é uma gripe como outra qualquer, mas com os sintomas bem mais intensos e com o período de incubação muito menor… em questão de horas a pessoa que demonstra os sintomas já acaba morrendo e ela se alastra pelo mundo inteiro rapidamente.

99,9% da população mundial morre.

Não havia mais internet. Não havia mais redes sociais, não havia mais buscas de significados de sonhos, esperanças nervosas, fotografias de almoços, gritos de socorro, expressão de satisfação, status de relacionamento atualizados com imagens de coração inteiro ou partido, planos para um encontro mais tarde, apelos, queixas, desejos, fotos de bebês com roupa de ursinho no Halloween. Não havia como ler e comentar sobre a vida dos outros, logo não havia mais como se sentir menos sozinho. Não havia mais fotos de perfil.

Avançando 20 anos depois do surto da Gripe da Geórgia, conhecemos a Sinfonia Itinerante, um grupo de pessoas que foram se juntando com o passar do tempo, músicos e atores, amantes das artes, e juntos saíam em caravana pelas cidades que se formaram de sobreviventes, apresentando números musicais ou obras de Shakespeare.

— As pessoas querem o que houve de melhor no mundo.

Acompanhamos a jovem Kirsten na Sinfonia Itinerante. Kirsten se apega a um dos pequenos fatos que ela lembra de sua vida antes da calamidade, quando ela tinha 8 anos ela era atriz mirim e no dia que tudo começou a acontecer ela atuava em uma peça chamada Rei Lear e lembra de um homem que morreu de ataque cardíaco bem próximo a ela e como ela havia ficado assustada, desde então ela procura revistas de fofocas antigas que falem desta pessoa que é seu elo com o mundo antigo, Arthur Leander.

O que seria a Estação onze, então? A Estação onze nada mais é do que uma história em quadrinhos que uma das personagens cria e, no pós-calamidade, dois volumes vão parar nas mãos de Kirsten. Os quadrinhos de Estação onze falam de uma distopia que se torna uma aventura no espaço e podemos conhecer um pouco sobre, é tipo uma distopia dentro de uma distopia! Meu deus, estamos no filme A Origem! A Estação onze não é o foco do livro, apenas um adicional muito bem colocado.

O que achei mais interessante neste livro foi o fato de ele não se passar apenas no futuro, ele alterna entre capítulos variados mostrando o antes da calamidade e o depois da calamidade. Foi assim que o mundo passou a ser conhecido, os anos zerados e recomeçaram, Dia 1, Dia 2, Dia 87, Ano 1… Ano 20. Ele mostra várias partes da história e você pode ir encaixando os fatos e os acontecimentos como um quebra-cabeça, é incrivelmente prazeroso quando ele vai contar algo de um personagem novo e você vai vendo que ele está ligado a outros personagens, e você vai vendo o quebra-cabeça sendo montado e uma história linda surgindo.

O inferno é a ausência das pessoas de quem temos saudade.

Eu diria que Estação onze é uma distopia sobre pessoas, sobre como as pessoas lidam com o fim de tudo, e não apenas isso. Trata de como as pessoas já são vazias nos dias atuais e como elas ficam com o fim de tudo que elas conhecem. Se você está com aquela ressaca literária eu recomendo demais esse livro, ele é leve e muito gostoso de ler, você vai lendo aos pouquinhos e vai se deliciando com a leitura, é boa demais.

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Espero que gostem! Gostou? Deixa o like e um comentário para a gente conversar aqui em baixo, rs.

Quer pedir resenha? Deixa nos comentários, também!

Beijão e até a próxima!

Roh

Livros, Resenhas

RESENHA – Endgame, James Frey

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Só um pode ganhar.

O Endgame é real.

E vai começar.

James Frey, reconhecem esse nome? Talvez vocês conheçam então o nome Pittacus Lore, autor de Os Legados de Lorien. Um pseudônimo usado por James Frey para representar a Full Fathom Five. Muita informação? Vamos com mais calma, então. James Frey criou a empresa Full Fathon Five, que junta escritores para bolarem ideias e escreverem livros como a saga de Os Legados de Lorien. Resumindo, o autor de Endgame é um dos autores / idealizadores de Os Legados de Lorien. Pode apostar que vem alienígenas por aí.

As curiosidades envolvendo este livro não são poucas. Endgame teve seu lançamento simultâneo no mundo inteiro, pois este livro te leva para uma grande competição mundial. Não está entendendo? Endgame é um livro interativo, enquanto você o ler vai passar por páginas que são enigmas, charadas, desafios, pistas para uma competição real. O primeiro que desvendar tudo ganha 500 mil dólares. James Frey não quis poupar no quesito inovação nessa nova empreitada.

Sem mais delongas, vamos a Endgame – O Chamado. Primeiro livro da trilogia Endgame.

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Endgame – O Chamado

James Frey…

 R$ 20,99 até R$ 37,51

Ano: 2014 / Páginas: 504
Idioma: português
Editora: Intrínseca

“A história começa há doze mil anos, quando seres poderosos desceram do céu entre fumaça e fogo e criaram a humanidade, deixando-nos regras segundo as quais viver. Precisavam de ouro, e, para extraí-lo, instalaram aqui as doze linhagens que deram origem às nossas antigas civilizações. Quando conseguiram o que queriam, foram embora. Mas avisaram que um dia retornariam e que, quando isso acontecesse, seria para o Jogo. O Jogo que determinaria nosso futuro. Os Jogadores terão que achar três chaves, que estão espalhadas pelo planeta. Quem achá-las primeiro, ganha. Endgame: O Chamado acompanha a busca dos doze Jogadores pela primeira chave.

Terra. Agora. Hoje. Amanhã.

O Endgame é real e vai começar.

O futuro ainda não está escrito.

O que tiver de ser, será.

Doze jogadores. Jovens, mas pertencentes a linhagens ancestrais.

Das quais descende toda a humanidade.

Linhagens escolhidas milênios atrás.

E que vêm se preparando desde então.

Eles não têm poderes sobrenaturais.

Não podem voar, não transformam chumbo em ouro nem curam a si mesmos.

Quando a morte chega, eles morrem. Eles e todos nós.

São os herdeiros da Terra, e cabe a eles resolver o Grande Mistério da Salvação.

Um deles precisará conseguir fazer isso, ou todos estaremos perdidos.”

Preciso dizer logo de início: esse livro é muito bom. Gosto de livros com diferentes pontos de vista e neste temos nada menos que o ponto de vista de cada jogador;sim, doze pontos de vista se revezando a cada capítulo. Para melhorar mais ainda se adiciona pura ação em todo capítulo, afinal não são simples doze pontos de vista, são doze pontos de vista de doze jovens altamente treinados para serem as pessoas mais mortais do mundo.

Na história podemos acompanhar a vida de cada um desses doze jovens que são os atuais Jogadores treinados por suas linhagens para estarem prontos para o Endgame; finalmente eles recebem o sinal para O Chamado, o início do Endgame. Cada jovem segue a pista que recebe e assim eles começam a jogar o Endgame. O objetivo é encontrar as três chaves, primeiro a Chave da Terra, depois a Chave do Céu e por último a Chave do Sol. E no meio dessa busca eles vão matando uns aos outros. No final, apenas um Jogador pode vencer e sua linhagem será poupada, todo o resto da humanidade morre e a linhagem vencedora repovoará o planeta.

O primeiro livro é recheado de muita ação, morte, sangue, armas e mais mortes. Não sei vocês, mas eu, por exemplo, por ler os 12 pontos de vista acabo gostando um pouco de cada personagem por entender seu lado. Com isso é difícil aceitar qualquer morte, mas leia preparado, pois com certeza aquele personagem que você gostar vai no mínimo sofrer muito e pode até acabar morto. Vou tentar descrever cada um dos doze personagens em poucas palavras e sem spoilers:

Marcus Loxias: Metido a besta.

Chiyoko Takeda: Ninja muda amorzinho.

Sarah Alopay: Estereótipo de garota americana patricinha.

Alice Ulapala: Forte guerreira.

Aisling Kopp: Rainha da poha toda.

Baitsakhan: O próprio demônio em forma de criança.

Jago Tlaloc: Mortalmente de boas.

An Liu: KABOOM tremePISCAtreme.

Shari Chopra: Mamãe.

Kala Mozami: Lokona.

Maccabee Adlai: Parece babaca, mas não subestima, não.

Hilal ibn Isa al-Salt: Vamos ser amiguinhos.

Em cada um dos livros, mostra-se a busca por uma das chaves, em O Chamado já podemos ver que Jogador consegue a Chave da Terra e é aí que vamos para o segundo livro, a busca pela Chave do Céu.

Só um pode ganhar.

O Endgame é real.

E já começou.

No segundo livro, Endgame – A Chave do Céu, as coisas já estão bem diferentes.

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Endgame – A Chave do Céu

James Frey…

R$ 29,80 até R$ 42,21

Ano: 2015 / Páginas: 512
Idioma: português
Editora: Intrínseca

“Em Endgame: A Chave do Céu, o Jogo que definirá o futuro do planeta ganha um novo e eletrizante capítulo.

No primeiro volume da série, O Chamado, conhecemos os doze Jogadores: seus medos, ensinamentos e o desejo implacável pela vitória.

Na busca pela primeira chave, alianças foram sacramentadas, segredos foram revelados e a morte inevitável chegou para alguns. Mas o Jogo continua, e agora os nove Jogadores remanescentes precisarão ser mais ágeis, inteligentes e cruéis, se quiserem salvar suas linhagens e a si mesmos. A Chave do Céu — onde quer que esteja, o que quer que seja — é a próxima meta. E nada será capaz de deter os Jogadores.”

É difícil falar muito sobre a continuação de um livro sem dar spoilers. Vamos então a coisas bem básicas. Jogadores morreram no primeiro livro e o restante deles continua a busca neste segundo livro. Nele podemos nos aprofundar mais nas linhagens, conhecer melhor algumas delas e saber seus antigos objetivos específicos. O Endgame foi revelado para toda a Terra, todos os seres humanos estão começando a se desesperar com o fim do mundo sem entender bem. Alianças foram formadas entre Jogadores, alianças que sabem que uma hora ou outra serão quebradas e o primeiro a dar este golpe sai na vantagem. Nos aprofundamos em conhecer alguns personagens e isso tudo sem poupar mais uma vez a ação que continua frequente no jogo. A morte é inevitável. Conhecemos também mais sobre os Criadores e sobre o Endgame e suas regras (ou a falta delas) e se ele pode ou não ser parado. Será que existe uma saída?

Terminando o segundo livro nos resta esperar pelo grande desfecho da busca pela Chave do Sol no terceiro livro, enquanto isso é possível ler os diários de treinamentos de cada jogador que estão disponíveis em e-book.

Leiam Endgame, seja você um fã de distopias ou não. Leia Endgame, seja você um fã de alienígenas ou não. Leia Endgame, seja você um fã de ação ou não. Leia Endgame.

O Endgame já começou.

Até mais,

Roh

Livros, Resenhas

|Resenhas do Kem| Correr ou Morrer – James Dashner

Iae galera! Ontem a May anunciou pra vocês a minha entrada triunfal como novo resenhista do blog rsrs.
Pois e, cá estou com a minha primeira resenha e ela não poderia ser qualquer resenha, ela tinha que ser uma super resenha! Decidi então fazer uma sobre o primeiro livro de uma saga que chegará ao cinema no dia 18 de setembro, Maze Runner.

Maze Runner_Correr ou Morre MAZE RUNNER – CORRER OU MORRER
Autor: James Dashner
Editora:V&R
Gênero: Literatura Juvenil

 

 

Se você está vivo e mora no planeta terra, deve ter ouvido falar nem que seja por alto sobre Maze Runner, a mais nova saga literária que chegará às telonas em setembro. Tenho certeza que você já ouviu alguém comentar sobre ela, ou se foi ao cinema recentemente contemplou aquele trailer incrível que te deixa super aflito. Caso você não esteja vivo e nem more na terra, convido você a me acompanhar por essa estória incrível e descobrir o universo de Maze Runner.

Atualmente, as distopias estão dominando o universo literário e os cinemas. Vimos isso com a chegada de Jogos Vorazes e Divergente às telonas, abrindo um leque de sagas literárias que são distopias, também. No entanto, o autor da saga, James Dashner em nenhum momento se compara a qualquer outra distopia existente; ele cria um universo único em Correr ou Morrer.

A trama relata os fatos ocorridos com Thomas, um garoto de aproximadamente 16 anos que acorda em uma espécie de caixa em movimento, como se fosse um elevador. Nada faz sentido ali, Thomas não consegue se lembrar de absolutamente nada além de seu nome, não lembra quem são seus pais, de onde veio, quantos anos tem, onde está… Tudo está uma confusão em sua cabeça, e você, ao ler o livro, também sentirá essa confusão. O elevador continua subindo e o pânico toma conta ainda mais de Thomas; de repente ele para, e em vez de abrir uma saída nas laterais, ela abre em cima, a claridade cega Thomas e logo em seguida ele é tirado da caixa, deparando-se com cerca de cinquenta garotos encarando-o, todos com aproximadamente a sua idade. Alguns o olhavam com desdém, como se ele não passasse de mais um ali, outros, com curiosidade.

— Bem-vindo à clareira! — é a primeira coisa que ele ouve ali. Thomas se encontra em uma clareira cercada por muros enormes que formam um quadrado, cada lado do muro possui uma porta que vai desde o chão até o alto do muro. Uma sensação estranha toma conta de Thomas, porque, mesmo não se lembrando de nada, ele sente certa familiaridade com aquele local, algo o faz se sentir quase em casa, como se ele já tivesse passado por ali.

Milhares de perguntas surgem na cabeça de Thomas, mas nenhuma é respondida, ninguém se importa de respondê-las, o que faz com que ele se sinta extremamente frustrado. Os outros garotos não gostam muito dos novatos e ele fica ainda mais confuso quando ele percebe as estranhas gírias usadas por todos ali. Aos poucos a trama vai se desenrolando e Thomas vai conseguindo suas respostas. Ao redor da clareira existe um labirinto de proporções indefiníveis, e todas as manhãs garotos chamados “corredores” saem pelas quatro portas em busca da saída daquele local onde estão aprisionados.
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Mais uma vez aquela sensação que incomoda Thomas por sentir que conhece aquele lugar vem à tona quando ele vê os “corredores”, e sente como se ele também fosse um. No entanto, os novatos não podem fazer isso, pois o labirinto é extremamente perigoso, todas as noites as paredes mudam de lugar, o que torna ainda mais difícil decifrá-lo. Como se não bastasse a mudança das paredes, ainda existem os temidos verdugos, seres metade máquina e metade animal que atacam os corredores com suas agulhas venenosas, e que não hesitam em matar qualquer um que estiver no seu caminho.

Tudo ali é muito estranho, as portas do muro abrem todas as manhãs e fecham todas as noites, o sol nunca aparece, mesmo que o dia seja extremamente claro, nunca chove, e durante dois anos garotos são enviados pelo mesmo lugar de onde Thomas veio. Durante esses dois anos, os “corredores” sempre procuraram uma saída, mas foram dois anos de total fracasso, nenhuma pista de como sair dali foi encontrada, até a chegada de Thomas.

Uma série de Regras é imposta aos membros da clareira, mas a primeira delas é a mais importante: “Nunca entre no labirinto sem permissão”. E essa é a regra que Thomas quebra, e ele não apenas quebra a regra entrando no labirinto, ele entra assim que as portas estão sendo fechadas, decretando com isso a sua morte, pois nunca ninguém sobreviveu a uma noite no labirinto.

E os mistérios ainda continuam quando no dia seguinte após a chegada de Thomas a caixa chega com mais um membro pra Clareira. Porém não é qualquer membro e nem mais um garoto com aconteceu durante os dois anos; dessa vez é uma garota com uma mensagem dizendo “Ela é a última. Tudo vai mudar.” E de fato tudo muda, uma sequência de fatos ocorrem colocando a vida dos Clareanos em perigo, a busca pela saída nunca foi tão necessária. No meio de toda essa confusão duas coisas tomam a cabeça do Thomas: 1. Ele precisa se tornar um corredor e ajudar a encontrar a saída, e 2. Aquela garota faz parte da vida dele; mesmo não lembrando nada do passado, uma “conexão” muito forte os envolve.

Uma das características mais fortes do livro Correr ou Morrer é o mistério. Quando o li pude sentir aquela curiosidade insuportável que me impulsionava a continuar lendo para descobrir o porquê de tudo aquilo. Por que a Clareira? Por que o Thomas está ali? Por que todos aqueles garotos estão ali? Por que uma garota foi mandada pra Clareira? Por quê, por quê, e por quê?

Apenas tome cuidado por quem vai se apegar na saga, “você não pode sentir que nenhum personagem está a salvo”, afirmou o autor em entrevista na sua recente passagem pelo Brasil.

Leia e sinta os personagens, mas não se prenda a eles por completo. São bem notórias as características dos personagens, são personagens bem construídos marcados por coragem, lealdade, liderança.

O autor James Dashner soube escrever com maestria, deixou dúvidas incríveis durante o livro – não dúvidas por erros de escrita, mas dúvidas propositais que te fazem chegar ao final do livro num piscar de olhos e, só então, ele revela que o livro trata-se de uma distopia, fazendo com que você enlouqueça para ler a sequência.

Resta-nos aguardar o tão esperado lançamento de Correr ou Morrer nos cinemas no dia 18 de setembro e torcer para que a adaptação não nos decepcione como algumas que me decepcionaram recentemente, rsrs.

Você vai devorar esse livro em pouco tempo. É impossível ler a primeira página e largá-lo de lado. Com um final surpreendente, MazeRunner veio para mostrar a todos que nem toda distopia é igual. O labirinto vai te deixar aflito, ansioso, desesperado e só há uma alternativa para você: É CORRER OU MORRER!

 

 

Espero que vocês tenham gostado! Pode deixar sua opinião aqui embaixo, isso ajuda no desenvolvimento das próximas resenhas. E pode sugerir também qual a próxima resenha que vocês gostariam que eu fizesse. 😉

Bjs do Kem!

 

Livros

O Que Teve na Minha Estante Esse Mês… de Junho #02

O Que Teve na Minha Estante Esse Mês...

Boa tarde quase noite,

Como ultimo dia do mês, hoje tem O Que Teve na Minha Estante Esse Mês… do mês de junho!

Livros de junho!

Como consequência da 2ª Turnê da Intrínseca em Manaus, na minha estante deu alguns livros divulgados pela editora no evento.

Vou começar por A Culpa É das Estrelas: que está na minha estante desde o final do mês de abril, mas em consequência do CLS (Clube do Livro Saraiva) só foi lido em junho. Vou publicar a resenha futuramente.

A Culpa é das Estrelas – John Green

“A culpa é das estrelas narra o romance de dois adolescentes que se conhecem (e se apaixonam) em um Grupo de Apoio para Crianças com Câncer: Hazel, uma jovem de dezesseis anos que sobrevive graças a uma droga revolucionária que detém a metástase em seus pulmões, e Augustus Waters, de dezessete, ex-jogador de basquete que perdeu a perna para o osteosarcoma. Como Hazel, Gus é inteligente, tem ótimo senso de humor e gosta de brincar com os clichês do mundo do câncer – a principal arma dos dois para enfrentar a doença que lentamente drena a vida das pessoas.

Inspirador, corajoso, irreverente e brutal, A culpa é das estrelas é a obra mais ambiciosa e emocionante de John Green, sobre a alegria e a tragédia que é viver e amar.”

Não vou discorrer demais sobre esse livro ainda, mas é uma estória (fictícia!) muito bonita de amor e não de câncer! Não é o tipo de livro que mudou minha vida, talvez, por ter lido algumas coisas mais pesadas com a mesma temática. Mas acho que não poderia ter deixado de ler esse livro. John Green é brilhante e cativante.

O Teorema Katherine – John Green

“Após seu mais recente e traumático pé na bunda – o décimo nono de sua ainda jovem vida, todos perpetrados por namoradas de nome Katherine – Colin Singleton resolve cair na estrada. Dirigindo o Rabecão de Satã, com seu caderninho de anotações no bolso e o melhor amigo no carona, o ex-criança prodígio, viciado em anagramas e PhD em levar o fora, descobre sua verdadeira missão: elaborar e comprovar o Teorema Fundamental da Previsibilidade das Katherines, que tornará possível antever, através da linguagem universal da matemática, o desfecho de qualquer relacionamento antes mesmo que as duas pessoas se conheçam.

Uma descoberta que vai entrar para a história, vai vingar séculos de injusta vantagem entre Terminantes e Terminados e, enfim, elevará Colin Singleton diretamente ao distinto posto de gênio da humanidade. Também, é claro, vai ajudá-lo a reconquistar sua garota. Ou, pelo menos, é isso o que ele espera.”

Li e estou meio receosa de falar dele, não é o meu livro favorito do John nem esta entre os melhores. Na verdade tenho a sensação de que não foi o mesmo escritor à escrevê-lo. Mais John Green é John Green e mais para frente talvez vocês entendam!

Extraordinário – R. J. Palacio

“August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade… até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.

Narrado da perspectiva de Auggie e também de seus familiares e amigos, com momentos comoventes e outros descontraídos, Extraordinário consegue captar o impacto que um menino pode causar na vida e no comportamento de todos, família, amigos e comunidade – um impacto forte, comovente e, sem dúvida nenhuma, extraordinariamente positivo, que vai tocar todo tipo de leitor.”

A Eloísa da Intrínseca conseguiu fazer que eu comprasse esse livro! Ela disse simplesmente que esse livro mudou a vida dela, mudou o modo como ela via as coisas. Eu sei qual é essa sensação, este tipo de livro que você não pode esquecer e que sempre vai se lembrar em detalhes e sempre quer indicar. Passei umas quatro vezes na Saraiva para ver se tinha o livro, mas terça já tinha lá e eu levei meu exemplar para casa. Vou ler e fazer uma resenha para o blog, mas eu não tenho uma previsão ainda!

Os Diários do Semideus – Os Heróis do Olimpo – Livro Extra – Rick Riordan

“Todo jovem semideus precisa se preparar para um árduo futuro: destruir monstros, aventurar-se pelo mundo e lidar com os temperamentais deuses gregos e romanos. Nesse volume recheado de relatos inéditos, retratos e entrevistas com personalidades do Olimpo, diagramas e brincadeiras criados pelo Escriba Sênior do Acampamento Meio-Sangue, Rick Riordan, Percy Jackson e seus amigos vão encarar inimigos perigosos e tarefas mortais. As lições aprendidas com essas histórias poderão salvar a vida de qualquer semideus!”

Eu estou completando minha coleção e como já tenho o Os Arquivos do Semideus, agora só falta O Guia Definitivo e O Guia de Sobrevivência.

O fim de todos nós – Fallen World – Livro 01 – Megan Crewe

“Kaelyn acaba de ver o melhor amigo partir. Ela tem dezesseis anos e voltou agora para a ilha onde nasceu, depois de um período morando no continente; ele está fazendo o caminho inverso, para estudar fora. O que sentem um pelo outro não está muito claro, ela o deixou ir embora sem nem mesmo dizer adeus, e a última coisa que passa por sua cabeça é nunca mais vê-lo. Mas, pouco tempo depois, isso está bem perto de acontecer.

A ilha de Kaelyn foi sitiada e ninguém pode entrar nem sair: um vírus letal e não identificado se espalha entre os habitantes. Jovens, velhos, crianças – ninguém está a salvo, e a lista de óbitos não para de aumentar. Entre os sintomas da doença misteriosa está a perda das inibições sociais. Os infectados agem sem pudor, falam o que vem à mente e não hesitam em contaminar outras pessoas. A quarentena imposta pelo governo dificulta as pesquisas em busca da cura, suprimentos e remédios não chegam em quantidade suficiente e quem ainda não foi infectado precisa lutar por água, energia e alimento.

Nem todos, porém, assistem impassíveis ao colapso da ilha. Kaelyn é uma dessas pessoas. Enquanto o vírus leva seus amigos e familiares, ela insiste em acreditar que haverá uma salvação. Caso contrário, o que será dela e de todos?

Afiado e atordoante, O fim de todos nós é a história da força de vontade e da bravura de uma garota comum forçada a reavaliar seus medos e escolher entre a própria humanidade e a sobrevivência.”

Esse livro quem me emprestou foi a Mariah Andrade e bem… ela tava muito, mas muito animada mesmo com ele. Vai ser o próximo que eu vou ler que é para devolver rápido para a dona. É uma trilogia e ainda não sei se é uma distopia, só o enredo me dá uma coceira para ler esse livro. Como seria um mundo em que as pessoas pegam um vírus que as deixam sem papas na língua?

Príncipe Mecânico – As Peças Infernais – Livro 2 – Cassandra Clare

“Tessa Gray não está sonhando. Nada do que aconteceu desde que saiu de Nova York para Londres — ser sequestrada pelas Irmãs Sombrias, perseguida por um exército mecânico, ser traída pelo próprio irmão e se apaixonar pela pessoa errada — foi fruto de sua imaginação. Mas talvez Tessa Gray, como ela mesma se reconhece, nem sequer exista. O Magistrado garante que ela não passa de uma invenção. Para entender o próprio passado e ter alguma chance de projetar seu futuro, primeiro Tessa precisa entender quem criou Axel Mortmain, também conhecido como Príncipe Mecânico.”

Esse foi um presente de aniversário que o Felipe Andrade, meu amigo e seguidor do blog, me deu! Ontem, ele ainda me deu uma camisa de A Culpa É das Estrelas. Linda!!! Esse livro é o segundo da trilogia As Peças Infernais e mais um do mundo dos caçadores de sombras.

 O Milagre – Nicholas Sparks

“Vestido de preto da cabeça aos pés e com a aparência de alguém sempre pronto para ir a um velório, Jeremy Marsh reflete em seu estilo uma forte vocação para encarar a vida de uma forma racional. Badalado pela mídia, respeitado pela comunidade científica, aos 37 anos o jornalista assina uma coluna na prestigiosa revista Scientific American – sem, contudo, emplacar um relacionamento feliz. A saída que Jeremy encontra para exorcizar o fantasma de um casamento desfeito é negar a existência de outros tipos de fantasmas: aqueles que arrastam correntes e aparecem sob lençóis.
Seu trabalho como freelancer já o fez viajar pelo mundo à cata de lendas urbanas como a do monstro de Losh Ness. Por isso, não se surpreende ao receber a carta de Dori McClellan, uma senhora com poderes divinatórios que o convida a investigar as misteriosas luzes de Cedar Creek, um antigo cemitério de escravos que teria sido alvo de uma maldição.
Acionando seu agente e um cameraman tatuado e beberrão, Jeremy deixa Nova Iorque e parte em direção ao sul dos Estados Unidos. Essa é a terra da sofrida Lexie Darnell – alguém que longe de ser uma mocinha ingênua do interior, se mostra vacinada contra os avanços de qualquer conquistador da cidade grande. Mas será que um forte sentimento pode ultrapassar as fronteiras que separam a fé da descrença?”

Esse aqui é minha mãe que vai ler! Ela emprestou daquele projeto do governo, Mania de Ler. Vamos ver se ela faz uma resenha aqui? Principalmente que o Nicholas Sparks é o escritor favorito dela.

Operação Cavalo de Tróia  – J. J. Benítez

“Relato de um militar e cientista norte-americano que, como integrante de um projeto batizado pela NASA de Operação Cavalo de Tróia , participou de uma experiência que lhe permitiu voltar quase dois mil anos no tempo e ser testemunha ocular da vida de Jesus Cristo.”

Esse livro tem muitas boas críticas e é até comparado aos livros de Dan Brown como se o tal tivesse se inspirado nos livros de Benítez. Eu consegui este livro em uma doação de livros usados e acabei resgatando ele. Pelo que eu encontrei são 9 livros.

Well, foi isso que esteve na minha estante no mês de junho! E até o fim de Agosto.

Beijos, May.

P.S.: OOOOOOOOOooooooooooooooeooooooooooooooooeoeoe BRASIL!!!!!

Eventos

Encontro de Fãs – INSURGENTE, em MANAUS.

convite virtual insurgente

Na Chicago futurista criada por Veronica Roth em Divergente, as facções estão desmoronando. E Beatrice Prior tem que arcar com as consequências de suas escolhas. Em Insurgente, a aguardada continuação da série de distopia que se tornou o novo fenômeno do disputado mercado Young Adult após Jogos Vorazes, a jovem Tris tenta salvar aqueles que ama – e a própria vida – enquanto lida com questões como mágoa e perdão, identidade e lealdade, política e amor. Com mais de 2,5 milhões de exemplares vendidos, Divergente é a próxima grande franquia da Lionsgate nos cinemas, com estreia prevista para março de 2014.

É amanhã!!! Estou de dedos cruzados para que dê tudo certo, já está tudo pronto e o Allison deu a louca hoje na Saraiva… Local confirmado… Brindes!!!

Espero vê todo mundo lá,
beijos…

Livros, Resenhas

‘Lendo e Relendo’ Divergente – Livro 01, Veronica Roth.

Olá,

No meio da avalanche de séries distópicas, Divergente se destacou mundialmente e irá ser mais um Best-Sellers a ganhar uma versão cinematográfica (espero que digna e fiel ao livro) prevista para março de 2014. Vai demorar e nos deixará curiosíssimos com o que será feito, porque é sempre emocionante ver os personagens ganhando rostos, os atores serem selecionados é tão bom quanto ruim em muitos casos, o primeiro poster, o primeiro trailer e assim por diante. Aqui em baixo esta a lista atualizada dos atores já confirmados. (fonte: Divergente Brasil)

Essa resenha está muito, mas muito mesmo, atrasada! Eu li Divergente em setembro do ano passado e queria ter feito uma resenha para o blog, mas como eu estava estudando forte para o vestibular ficou difícil. O que me fez escrever essa resenha foi o convite para ajudar no Evento Nacional de Lançamento de Insurgente, a continuação. E eu gostaria de agradecer ao Allison Andrade e a Jenifer Costa pelo convite porque eu realmente amo essa trilogia.

Divergente – Divergente – Livro 1 – Veronica Roth

“Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.

A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.

E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.” Sinopse via Skoob.

Em Divergente é apresentada uma sociedade que se dividiu em 5 facções que prestigiam uma virtude cada. Cada facção tem seus costumes, seu modo de vestir, um jeito de cumprimentar, uma tarefa para toda a sociedade, mas nem tudo é perfeito. Se após fazer um teste, por exemplo, foi indicado que você é muito corajoso e que a melhor escolha é trocar sua facção de nascimento e começar um novo caminho na facção da Audácia? E se seu resultado foi indeterminado, divergente? E se essa sociedade ideal vive em uma trama politica silenciosa? Beatrice terá que procurar respostas para essas e muitas outras perguntas, além de enfrentar as consequências de uma escolha muito perigosa.

Tris (Beatrice) é muitas vezes fria e até chega em alguns momentos a ser cruel, acho que são coisas que diferenciam ela de uma heroína comum. Entre todo perigo que ela sofre pelos companheiros de facção, ela se ver intrigada pelo seu instrutor. Tris vai ter que esconder sua divergência, entender seus medos, sobreviver ao treinamento, se desfazer emocionalmente da sua família e sofrer um grande golpe no final dessa trama. Esse livro nos deixa com gosto de mais no final e os olhos carregados de lágrimas.

É uma trilogia incrível e me conquistou numa fase em que eu achava que o modismo que Jogos Vorazes iniciaram não grudaria em mim. Eu li outras distopias, mas nenhuma me deixou tão centrada e até pensante demais… Eu fiquei pensando na história muito tempo depois e eu comecei ler Insurgente em inglês mesmo e eu sou péssima nisso!

Para quem estiver interessado sobre noticias da série, do filme, outros fãs de Divergente em Manaus, no Facebook tem um grupo que eu participo. Para quem quiser participar, clique aqui! O Evento irá ser dia 20/04 ás 16:00 h na Saraiva. Assim que sair o banner, eu divulgarei aqui no blog.

 

Muitos beijos e espero ver todos no evento, tchau!!!