Resenhas

Para todos os garotos que já amei, de Jenny Han, e Não tira o batom vermelho, de JoutJout

Olá, leitores!

Odeio começar posts assim, mas preciso situá-los para o fato de que estou em fim de semestre, que me esforcei para passar em todos as matérias pela primeira vez em 4 anos e que estou fechando um projeto de pesquisa, e é por essas e outras que o blog se encontra um pouco largado. Contudo, respondendo aos pedidos das nossas amadas leitoras Aline e Samy, resolvi “reler” Para todos os garotos que já amei e resenhá-lo para vocês. Continue lendo “Para todos os garotos que já amei, de Jenny Han, e Não tira o batom vermelho, de JoutJout”

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Eventos

Para todos os fãs de Jenny Han,

Olá, meus amados leitores!

Eu estava meio na bad, mas foi só falarem (mais uma vez) que Para todos os garotos que já amei não deveria ter tido uma continuação que me animei. Sei, eu sou muito estranha. Vocês já sabem disso. A questão é que eu fui convidada a mediar o encontro de fãs de Para todos os garotos que já amei, que focará no último livro da série. Sim, a série que não deveria ter passado do primeiro, pois o primeiro já estava ótimo. Então, por que inventar?!

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Desafios e Metas 2017, Livros

Projeto de leitura – Livro S

Você já conhece o livro S?

Pois deveria. Talvez até já tenha visto ele por aí nas andanças pela livraria, naquelas vezes que a gente entra na livraria e vai catando aqueles livros UAU e depois coloca tudo de volta no lugar prometendo que volta para pegar seus bebês e levar para casa, sabe. Então, vou tentar ajudar vocês, esse aqui é o S:

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Sim, essa caixa preta apenas com um grande S na capa bem sinistro e misterioso. Mas não foi apenas a caixa que me chamou a atenção, o nome de um autor também ajudou a aumentar o interesse, J. J. Abrams, afinal, se tem o J. J. Abrams no meio com certeza vale a pena conferir.

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Desafios e Metas 2016, Eventos, Livros

Retrospectiva 2016 + Melhores do Ano

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Primeiramente, FORA TEMER!

Vamos fazer um pacote hoje, não dá para ficar enrolando mais. Vamos deixar 2016 para trás, fazer um resumão das leituras, para assim poder colocar as metas — literárias e não-literárias — para 2017 em vigor. Para isso, irei fazer uma retrospectiva rápida e, por fim, mostrar os livros favoritos de 2016. Preparados? Continue lendo “Retrospectiva 2016 + Melhores do Ano”

Livros, Resenhas

RESENHA: Pequena Abelha, Chris Cleave

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Depois de ler este livro, você vai querer comentá-lo com seus amigos. Quando o fizer, por favor, não lhes diga o que acontece. O encanto está sobretudo na maneira como esta narrativa se desenrola.

 Esta é a instrução dada na sinopse do livro, e realmente assim que eu o terminei decidi que precisava vir aqui contar a vocês, meus amigos. Prometo que tentarei me limitar ao básico do básico, sem entregar o desenrolar da história a vocês.

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Pequena Abelha

Chris Cleave

R$ 29,00 até R$ 39,90

Ano: 2010 / Páginas: 272
Idioma: português
Editora: Intrínseca

 

Não queremos lhe contar O QUE ACONTECE neste livro.

É realmente uma HISTÓRIA ESPECIAL, e não queremos estragá-la.

AINDA ASSIM, você precisa saber algo para se interessar, por isso vamos dizer apenas o seguinte:

Esta é a história de duas mulheres cujas vidas se chocam num dia fatídico. Então, uma delas precisa tomar uma decisão terrível, daquelas que, esperamos, você nunca tenha de enfrentar. Dois anos mais tarde, elas se reencontram. E tudo começa…

Depois de ler este livro, você vai querer comentá-lo com seus amigos. Quando o fizer, por favor, não lhes diga o que acontece. O encanto está sobretudo na maneira como esta narrativa se desenrola.

Pequena Abelha foi lançado em 2010 aqui no Brasil, e eu nem sabia de sua existência. Foi neste ano que por acaso o vi nas prateleiras de uma livraria e sua capa, que achei linda de cara, me chamou muito a atenção, esta sinopse mais ainda. Decidi que eu TINHA que ler este livro, então quando o recebi da Intrínseca fui direto ler.

Uma cicatriz não se forma num morto. Uma cicatriz significa: ‘Eu sobrevivi’.

Este livro trás mais uma vez uma temática da qual eu nunca tive tanto interesse em ler, uma temática que trata sobre a humanidade em si. A Intrínseca tem me surpreendido com isso, me despertou a vontade de ler uma temática que não era do meu interesse, começou quando li Estação Onze (resenha aqui: ) e agora novamente com Pequena Abelha. São livros diferentes, mas que em seu íntimo tratam da mesma coisa: o ser humano. Em Pequena Abelha evidenciamos o aspecto da generosidade com o outro. Algo lindo de se ver.

A disciplina que aprendi foi esta: sempre que vou para um lugar novo, procuro descobrir como poderia fazer para me matar ali.

O autor de Pequena Abelha, Chris Cleave, se diz incompreendido, por ser conhecido por suas histórias tristes. Ele diz que na verdade o que ele deseja demonstrar é a generosidade que existe no ser humano e como poderíamos fazer da Terra um paraíso. Tentando assim sempre refletir sobre os extremos da vida em seus livros.

Esse é o problema da felicidade – ela é toda construída em cima de alguma coisa que os homens querem.

Descobri pela internet da vida que Pequena Abelha estava sendo adaptado para os cinemas e com nossa querida Nicole Kidman como uma das protagonistas. Acontece que depois de saber disso fui atrás do filme, trailer, DVD, informações e simplesmente não encontrei nada mais. Acredito que não chegou a ser concluído. Caso você leitor saiba de algo eu agradeceria se deixasse nos comentários!

Porque a vida é extremamente curta e não dá para dançar escutando os assuntos da atualidade.

Então o que mais posso dizer para despertar seu interesse na leitura sem contar sobre ela… Que tal se eu disser que o filho da protagonista passa o livro inteiro usando uma roupa de Batman? Hahaha, é isso ai, o pequeno Charlie usa a roupa de Batman 24h por dia, a mãe dele troca a roupa por outra igual quando ele tira para tomar banho sempre e ele volta a vestir a roupa do Batman. Ele se diz ser o Batman e só responde se chamado de Batman e ainda vive em seu jardim enfrentando seus inimigos!

A felicidade não é uma coisa que se apanha numa prateleira, é algo que se precisa conquistar.

 

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Não se pode enxergar além do dia porque vocês levaram o amanhã. E porque vocês tem o amanhã diante de seus olhos, não enxergam o que está sendo feito hoje.

Então é isso pessoal, deixei várias citações do livro aqui na resenha para ajudar um pouco, já que não devo contar muito. Leiam, tenho certeza que não vão se arrepender, eu não me arrependi nem um pouco.

As pessoas se perguntam de que maneira algum dia poderão mudar suas vidas, mas isso na realidade é incrivelmente fácil.

Bjs e até a próxima!

Roh

Livros

RESENHA – Estação Onze, Emily St. John Mandel

 

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*suspiros*

Tem apenas algumas horas que terminei de ler este livro e eu já precisava começar esta resenha. Eu já havia visto Estação onze faz um tempo, logo que lançou, a capa me chamou bastante atenção, pois achei muito bonita e sua premissa também me pareceu bem interessante; acabou que o livro foi ficando na fila, pois havia outras prioridades. Recentemente anunciei o evento Piquenique Distópico, onde abordaria alguns livros que tratam sobre distopias, foi aÍ que vi a oportunidade de ler Estação onze.

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Estação Onze

Emily St. John Mandel

R$ 20,90 até R$ 32,81

Ano: 2015 / Páginas: 320
Idioma: português
Editora: Intrínseca

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………Certa noite, o famoso ator Arthur Leander tem um ataque cardíaco no palco, durante a apresentação de Rei Lear. Jeevan Chaudhary, um paparazzo com treinamento em primeiros socorros, está na plateia e vai em seu auxílio. A atriz mirim Kirsten Raymonde observa horrorizada a tentativa de ressuscitação cardiopulmonar enquanto as cortinas se fecham, mas o ator já está morto. Nessa mesma noite, enquanto Jeevan volta para casa, uma terrível gripe começa a se espalhar. Os hospitais estão lotados, e pela janela do apartamento em que se refugiou com o irmão, Jeevan vê os carros bloquearem a estrada, tiros serem disparados e a vida se desintegrar.
……….Quase vinte anos depois, Kirsten é uma atriz na Sinfonia Itinerante. Com a pequena trupe de artistas, ela viaja pelos assentamentos do mundo pós-calamidade, apresentando peças de Shakespeare e números musicais para as comunidades de sobreviventes.
………Abarcando décadas, a narrativa vai e volta no tempo para descrever a vida antes e depois da pandemia. Enquanto Arthur se apaixona e desapaixona, enquanto Jeevan ouve os locutores dizerem boa-noite pela última vez e enquanto Kirsten é enredada por um suposto profeta, as reviravoltas do destino conectarão todos eles. Impressionante, único e comovente, Estação Onze reflete sobre arte, fama e efemeridade, e sobre como os relacionamentos nos ajudam a superar tudo, até mesmo o fim do mundo.

Vampiros, super poderes, zumbis, busca por cura de doenças mortais, ataques nucleares, todos estes temas que todos sempre vemos em nossas distopias favoritas, em Estação onze não há nada disso!

O livro começa no teatro, uma apresentação de Rei Lear com Arthur Leander representando seu tão sonhado papel de Rei Lear, até que tem um ataque cardíaco no meio do palco. Um espectador com treinamento em emergência médica corre para tentar ajudar, uma atriz mirim observa assustada, Arthur morre. Mais tarde, os produtores do espetáculo estavam no bar do saguão bebendo à saúde de Arthur e conversando sobre o acontecido e o impacto disso nas apresentações. Entre todos eles que estavam no bar naquela noite, o garçom foi quem sobreviveu mais tempo, três semanas.

— Sabe, na versão para o cinema, há o apocalipse e depois…

— O que leva você a pensar que vamos conseguir chegar ao que vem depois?

Tudo começa de forma simples, mas instantânea. Uma gripe que foi denominada Gripe da Geórgia começa a matar o pessoal; é uma gripe como outra qualquer, mas com os sintomas bem mais intensos e com o período de incubação muito menor… em questão de horas a pessoa que demonstra os sintomas já acaba morrendo e ela se alastra pelo mundo inteiro rapidamente.

99,9% da população mundial morre.

Não havia mais internet. Não havia mais redes sociais, não havia mais buscas de significados de sonhos, esperanças nervosas, fotografias de almoços, gritos de socorro, expressão de satisfação, status de relacionamento atualizados com imagens de coração inteiro ou partido, planos para um encontro mais tarde, apelos, queixas, desejos, fotos de bebês com roupa de ursinho no Halloween. Não havia como ler e comentar sobre a vida dos outros, logo não havia mais como se sentir menos sozinho. Não havia mais fotos de perfil.

Avançando 20 anos depois do surto da Gripe da Geórgia, conhecemos a Sinfonia Itinerante, um grupo de pessoas que foram se juntando com o passar do tempo, músicos e atores, amantes das artes, e juntos saíam em caravana pelas cidades que se formaram de sobreviventes, apresentando números musicais ou obras de Shakespeare.

— As pessoas querem o que houve de melhor no mundo.

Acompanhamos a jovem Kirsten na Sinfonia Itinerante. Kirsten se apega a um dos pequenos fatos que ela lembra de sua vida antes da calamidade, quando ela tinha 8 anos ela era atriz mirim e no dia que tudo começou a acontecer ela atuava em uma peça chamada Rei Lear e lembra de um homem que morreu de ataque cardíaco bem próximo a ela e como ela havia ficado assustada, desde então ela procura revistas de fofocas antigas que falem desta pessoa que é seu elo com o mundo antigo, Arthur Leander.

O que seria a Estação onze, então? A Estação onze nada mais é do que uma história em quadrinhos que uma das personagens cria e, no pós-calamidade, dois volumes vão parar nas mãos de Kirsten. Os quadrinhos de Estação onze falam de uma distopia que se torna uma aventura no espaço e podemos conhecer um pouco sobre, é tipo uma distopia dentro de uma distopia! Meu deus, estamos no filme A Origem! A Estação onze não é o foco do livro, apenas um adicional muito bem colocado.

O que achei mais interessante neste livro foi o fato de ele não se passar apenas no futuro, ele alterna entre capítulos variados mostrando o antes da calamidade e o depois da calamidade. Foi assim que o mundo passou a ser conhecido, os anos zerados e recomeçaram, Dia 1, Dia 2, Dia 87, Ano 1… Ano 20. Ele mostra várias partes da história e você pode ir encaixando os fatos e os acontecimentos como um quebra-cabeça, é incrivelmente prazeroso quando ele vai contar algo de um personagem novo e você vai vendo que ele está ligado a outros personagens, e você vai vendo o quebra-cabeça sendo montado e uma história linda surgindo.

O inferno é a ausência das pessoas de quem temos saudade.

Eu diria que Estação onze é uma distopia sobre pessoas, sobre como as pessoas lidam com o fim de tudo, e não apenas isso. Trata de como as pessoas já são vazias nos dias atuais e como elas ficam com o fim de tudo que elas conhecem. Se você está com aquela ressaca literária eu recomendo demais esse livro, ele é leve e muito gostoso de ler, você vai lendo aos pouquinhos e vai se deliciando com a leitura, é boa demais.

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Espero que gostem! Gostou? Deixa o like e um comentário para a gente conversar aqui em baixo, rs.

Quer pedir resenha? Deixa nos comentários, também!

Beijão e até a próxima!

Roh

TAGS

|TAG| Cardápio Literário + 3 mistério

Olá!

Chegou minha vez de responder uma tag e, como eu poderia escolher, escolhi algo relacionado ao meu segundo grande amor: COMIDA! Eu sou do tipo que vive com fome, que ama comer doces e beliscar a comida antes da refeição. A única coisa que faz eu esquecer a minha vontade louca de mastigar são os livros. Por que não unir esses dois amores?

A tag foi criada pela fofa da Jessica Mendes, do blog Valeu a pena esperar, em parceria com  Alexia Oliveira, do blog Meninas Quase Invisíveis. Sobre a tag:

A TAG Cardápio Literário surgiu da ideia de fazermos algo que fosse mais amplo, que envolvesse algo do dia a dia e que fosse fácil de associar aos livros e que fosse criativa. A TAG está dividida em 4 partes: Bebidas, Comidas, Doces e uma Extra; e cada parte possui 4 opções (ou seja, é uma TAG longa porém muito divertida que pode ser postada no blog como uma lista, com fotos ou até mesmo vídeo).

P.S.: Vou tentar responder com as minhas leituras mais atuais.

Bebidas

Chá: Aquele livro que é leve e calmo, ou que te deu sono.

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Começar com um romance de época, já que tenho lido muitos do gênero, e um até mais leve que o normal. The Scandalous, Dissolute, No-Good Mr. Wright é uma história curta sobre a filha de um nobre que cometeu algum erro na adolescência ao ponto de só poder ser apresentada à sociedade depois que suas três irmãs mais velhas casem.  o envolvimento desta com, é claro, um notório libertino. Não há grandes crises nem segredos, mas é um livro divertido da Tessa Dare, uma escritora que eu fiquei apegada depois de ler a série Spindle Cove que é excelente.

Café: Aquele livro que não te deixou dormir.

Café

The Madness of Lord Ian Mackenzie, de Jennifer Ashley, foi a minha mais recente insônia. Livro indicado pela Maraíse, do blog Menina da Bahia, conta a estória de Ian Mackenzie, um excêntrico nobre. Ian passou muitos anos no sanatório, ele é introvertido, centrado, perfeccionista e consegue fazer coisas absurdas, quase sobre-humanas, mas um homem muito incompreendido. E também temos Beth, uma viúva pobre que de um dia pro outro ganhou uma herança. Ela é uma mulher que quer estabilidade e segurança, e para isso ela espera se casar logo, mas Ian a salva de um vigarista e logo em seguida a pede em compromisso. A melhor coisa desse livro é ver como a mente do Ian funciona, como o fato de ele não conseguir entender dualidades. O fato de ele não conseguir mentir, não conseguir ler as pessoas ou como ele se distrai com uma gota de tinta. Em suma, Lord Ian Mackenzie é autista, mas em momento algum é dito isso no livro. Como o termo ainda não tinha sido cunhado, ele é tido como louco e o apoio de Beth é indispensável na aceitação que ele tem de si.

Cachaça: Aquele livro que te deixou de ressaca.

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A herdeira, de Kiera Cass, ressaca braba que esse livro me deu foi por toda a conspiração que eu ficava imaginando. Sério! Muitas conspirações. Kile é um anarquista! Abaixo a monarquia!

Água: Aquele livro que foi neutro, sem muita emoção.

Louca por Você, A. C. Meyer

Louca por vocês, de A.C. Meyer, foi tão água com açucar que me decepcionou. Eu esperava muito mais desse livro. Tá okay que na maioria das vezes a garota é irritante, o caro é um machista enrustido e tem um drama meio bobo de fundo, mas nem os personagens secundários eram interessantes. Cara, a mina tinha um amigo gay com todas as letras e atitude e nem isso deixou o livro divertido!

comidas

Comida da Mamãe: Aquele livro que não se compara a nenhum outro.

Tabuleiro dos Deuses, Richelle Meed

Eu li muitos livro bons esse ano, mas eu sou uma eterna apaixonada pelos livro da Richelle Mead. Nem tudo que ela escreve é inovador, diferente e instigante. Quando comecei Tabuleiro dos deuses, esperava que fosse mais um bom livro. Só que, minha gente, que coisa incrível! É diferente do que ela tem escrito todos esses anos, ao ponto de eu nem acreditar que seja dela. E é tão bom, tão complexo. Alimenta esse meu lado que adora e aprecia a criatividade humana, aprecia autores geniais. Nesse livro ela vai brincar com a religião, várias religiões de vários períodos de tempo e até criar novas, em uma época futura onde a adoração a ícones precisa de aprovação do governo. Tal governo ver que o Declínio, um período escuro na História, foi ocasionado pela manipulação biológica, a religião e o separatismo cultural. Os deuses foram afastados da terra, expulsos e relegados a serem nada mais que misticismo sem importância, mas ao fundo vemos que os deuses estão retornando e há um pressagio de guerra entre vários panteões.

Especialidade do Chef: Aquele livro bom, bonito e caro.

O Chamado do Cuco, Robert Galbraith |J. K. Rowling|

Ele não foi tão caro, mas eu adoro essa edição de capa-dura. Além de que adoro as cores na capa e acho o conteúdo Ok.

*resenha

Beira de estrada: Aquele livro que não te fez bem.

O Inferno de Gabriel - Sylvain Reynard

O inferno de Gabriel é um livro bom, até acho que ele tem características incríveis. Porém, são essas mesmas características que me deixaram com um gosto ruim na boca. O romance desse livro é muito embasado, o livro todo é cheio de referências clássicas. Referências que me deixaram boiando mais da metade do livro! Em contra partida, é um livro que me acrescentou bastante coisa. Um livro que me levou a investigar e não simplesmente passar por cima, mas ainda acho que tem muita coisa nele que eu não consegui captar.

*resenha

Fast-food: Aquele livro que todo mundo gosta mas nem sempre é bom.

Vou fazer uma lista básica, mas não quer dizer que eu não goste dos livros.

  1. Cinquenta tons de cinza (E.L. James de escritora tem nada);
  2. Crepúsculo (Stephanie Meyer cuspiu um dicionário); e,
  3. After (sem estrutura).

Como eu disse antes, não quer dizer que eu não goste, mas que são muito mal escritos.

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Torta: Aquele livro que possui uma capa bonita mas nem sempre um bom conteúdo.

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Pra mim, O circo da noite tem uma das capas mais lindas que já vi, mas de conteúdo… Faz anos que comprei o livro e foi pela capa, a estória parecia muito boa também, mas foi super decepcionante. Nunca consegui terminar esse livro.

Trufa: Aquele livro pequeno que te surpreendeu.

Half Lies é tipo um 0.5 da série Half Bad, eu terminei e não pude acreditar que tinha acontecido aquilo mesmo. Quando caiu a ficha foi impossível de segurar as lágrimas, parecia que alguém que eu amo tivesse morrido. Essa é uma das qualidades da Sally Green, ela te deixa tão envolvido que é impossível não ter uma reação profunda.

*resenha

Mousse: Aquele livro extremamente doce.

Aristóteles e Dante descobrem os segredos do universo, Benjamin Alire Sáenz

Aristóteles e Dante descobrem os segredos do universo não é um livro enjoativo, ele é como o melhor mousse de chocolate belga que você vai comer na sua vida. Ele está na medida certa para fazer o leitor se apaixonar e nunca mais esquecer. É meu amor pelo Ari e o Dante que torna esse livro tão doce.

Bis: Aquele livro com gosto de quero mais.

Segredos de uma noite de verão

Estou me segurando para não ler o resto da série, o próximo é só em janeiro, mas toda vez que olho pra ele penso em adiantar a leitura da série em ebook mesmo…

*resenhado

EXTRA

Fruta: Aquele livro que faz bem mas nem todo mundo quer.

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Vamos parar com o preconceito literário e ler de uma vez Selva de Gafanhotos. Ri faz bem pra alma, ménage e fim do mundo também!

*resenhado

E aí, gostaram? Eu indico o Ademar, do blog Cooltural, que é um exímio cozinheiro. Responda você também, no seu blog ou nos comentários mesmo. Se você tem o problema de gordice literária, sinta-se acolhido!

Beijos, May.

Livros

Taylor Swift Book Tag! +2 mistério.

Olá pessoal!!

Continuando com as respostas a tags aqui no SC hoje trago a vocês uma tag que vi no blog Perdida na utopia. O nome é Taylor Swift Book Tag, essa tag é basicamente assim, eu pego as musicas listadas e para cada uma eu tenho que atribuir a um livro conforme mais ou menos o que significa a musica. Vamos lá!

 

  1. We Are Never Ever Getting Back Together – escolha um livro ou série que você estava amando, mas que depois você decidiu que queria “terminar” com ela.

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Sei que vou ser crucificado por muitos mas pra mim foi um livro que eu esperava muito e até que foi bom mas me deixou com um certo vazio no peito de não ta certo, típico de fim de relacionamento que você sente que aquilo é bom mas não ta rendendo sabe, por isso Guia do Mochileiro das Galáxias, We Are Never Ever Getting Back Together.

 

 

 

 

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  1. Red – escolha um livro com a capa vermelha.

 

 

Descobri que tenho bastante livro com capa avermelhada, vou então destacar um dos últimos que li e gostei bastante, A Caçada. Muitos vampiros e jorros de sangue bem vermelho nessa distopia dominada por vampiros muito bem escritos.

 

 

 

 

 

  1. The Best Day – escolha um livro que faça você se sentir nostálgica (o).

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Nessa eu demorei um pouco pensando e no final fiquei com As vantagens de ser invisível. Um de meus livros favoritos que sempre que possível eu leio novamente e que sempre me traz lembranças boas e ruins e esse sentimento de nostalgia. Pois é.

 

  1. Love Story – escolha um livro com uma história de amor proibida.

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Feita de fumaça e osso foi um livro que me recusei um pouco a ler, me parecia uma típica historinha de romance like crepúsculo só que com anjos e demônios. Até que me rendi a ler e caramba, MUITO BOM. O anjo Akiva e seu amor proibido por Karou, um demônio. Uma guerra antiga entre as raças e tudo mais, o livro me surpreendeu muito.

 

  1. I Knew You Were Trouble – escolha um livro com um personagem mau, mas que apesar disso, você não conseguiu resistir e se apaixonou

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SEM DUVIDA NENHUMA ARTEMIS FOWL. Quando conheci O Menino Prodígio do Crime foi paixão imediata, o meu anti-herói favorito desde então. Não tem como você ler e não se apaixonar por ele, não torcer por ele.

 

  1. Innocent (written b/c of Kanye West!) – escolha um livro que alguém estragou o final para você (spoiler!).

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Eu odeio spoilers, serio. E então houve aquela época sabe, antes mesmo de ler ja chegaram pra mim e contaram o fato mais TCHAM do final de A culpa é das estrelas. Estraga o livro pra mim por que acaba com a graça da surpresa daquele momento crucial. Muito bolado fiquei mas é a vida.

 

 

 

 

  1. Everything Has Changed – escolha um livro em que o personagem se desenvolve bastante.

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O Herdeiro Guerreiro tem seus personagens muito bem desenvolvidos durante o livro e em sua continuação onde foca novos personagens mas não deixa de desenvolver os antigos.

 

  1. You Belong With Me – um livro que você está ansiosa (o) para que seja lançado e que você possa ler.

 

Magnus Chase. Tio Rick mandou ver nas mitologias e agora todos esperamos ansiosamente por seu livro de estreia na mitologia nórdica. Eu e outros milhares esperando por isso haha.

 

  1. Forever and Always – esolha o seu casal literário favorito.

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An Liu e Chiyoko. Esse casal assassino que tem inicialmente o destino de se matarem mas que algo muda tudo. Só temos o primeiro livro de Endgame e mês que vem lança o segundo. Eu to ansioso pra saber como eles serão desenvolvidos e shippo muito eles terminarem bem e juntos!

 

  1. Come Back, Be Here – escolha um livro que você não gosta de emprestar por medo de nunca mais voltar

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Eu não gosto muito de emprestar nenhum kkkk mas com o tempo aprendi a emprestar alguns pra poder disseminar meu bom gosto q. Mas claro que apenas para aqueles amigos mais confiáveis. Mas este livro específico eu não empresto de forma alguma, não só por ele ser um de meus favoritos, por eu ter ganho de presente e ter um carinho especial por ele mas ainda mais por que ele tem essa capa linda que não é mais comercializada. Imagina se perco ele emprestando! Ta doido?!

 

 

 

  1. Teardrops On My Guitar – escolha um livro que te fez chorar muito.

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Eu nunca chorei muito com algum livro, ja me emocionei bastante e até lagrimei mas de chorar chorar mesmo difícil. Eu colocaria As vantagens de ser invisível nesse mas como ja coloquei em outra musica vou deixar essa aqui com Lua de Larvas que me emocionou bastante mesmo e “chorei muito” sem chorar.

 

  1. Shake It Off – escolha um livro que você ama muito e não está nem aí para os haters.

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SHAKE IT OFF para os haters de Feios ou também para os que se recusam a ler. É bom demais e vocês não sabem o que estão perdendo!

 

Tag respondida! O que acharam? Deixa ai nos coments se gostaram ou não e que livros colocariam! Bora conversar haha. Até a próxima!!

Eventos, Lançamentos, Livros

Se apega aqui, não te iludimos não!

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Neste ultimo sábado (22/08/2015) quem passou pela Saraiva Manauara Shopping pôde perceber uma certa aglomeração pela loja. Desde as 9hs da manhã (antes de o shopping abrir), jovens já formavam fila pelo local, uma fila que chegou a tomar grande parte da loja tendo até que terminar na parte externa da loja!

Foram centenas de Bebeletes que estavam tomando conta da loja, mas por quê? Às 15hs teríamos uma pequena chance de falar com a querida Isabela Freitas! Primeiro ela nos ensinou a não se apegar e agora ela está em turnê para nos trazer uma nova lição: não se iludir.

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Com o grande sucesso de “Não se apega, não”, Isabela continua sua jornada com seu mais novo livro “Não se iluda, não” e vários fãs foram prestigiar a autora e tentar conseguir seu autógrafo e trocar algumas palavras com ela, além da aguardada foto!

Conheci três grandes fãs da autora na fila, Giovanna Póvoas, Giovanna Almeida e Kalycia, que estavam super ansiosas para o momento e para entregar um presente a autora – que era uma almofada e um livro da Agatha Christie do qual a autora é fã. Logo após terem seu momentinho com Isabela elas me confessaram “Eu me senti infinita, sem palavras para descrever o momento.” (Giovanna).

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Quando perguntei qual o livro favorito delas, e elas disseram que as três preferem o Não se apega, não “Pois ele te ensina a se dar valor e ter amor próprio e isso nos ajuda muito a crescer além do livro servir como um amigo”.

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Outro fã que trocou algumas palavras com a autora foi Vinicius Milhomem, que perguntou sobre o calor e Isabela disse: “Gostaria de vir no inverno e pretendo, sim, visitar novamente Manaus”.
Foram mais de cinco horas de autógrafos, 500 senhas distribuídas e todos dizem em uníssono como valeu a pena as horas de espera. Afinal sabe-se lá quando ela volta, não é mesmo? Mas para aqueles que estarão na Bienal daqui a alguns dias, ela estará lá também!

Até a próxima pessoal!

Rômulo Neto

Livros, Resenhas

|RESENHA| O fim de todos nós, Megan Crewe

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Voltei, trazendo esta resenha e prometendo vir com mais frequência. Eu sou o Rômulo Neto e, este livro do qual vou falar, foi comprado durante minha viagem ao Rio de Janeiro mês passado. Desta vez realmente fui atraído por uma capa e um precinho irresistível rsrs, sem mais delongas, vamos la!

O fim de todos nós. Primeiro livro da trilogia Fallen World, lançado no Brasil em 2013 e ainda sem previsão de lançamento dos títulos seguintes (The Lives We Lost e The Worlds We Make). O que é uma pena, pois pode ter certeza que quando você terminar de ler O fim de todos nós você vai querer continuar logo em seguida. Publicado no Brasil pela Editora Intrínseca, O fim de todos nós traz a capa no mesmo estilo do original, e foi uma das coisas que justamente chamou minha atenção de cara, uma capa amarela com letras grandes e com um relevo áspero, dois personagens caminhando sozinhos por um caminho aparentemente desolado. Não pude sair da loja sem comprá-lo.

Com uma autora não tão conhecida (Megan Crewe) aqui pelo Brasil, O fim de todos nós é aquele tipo de livro pelo qual você não dá nada; eu mesmo fui uma dessas que comprou já imaginando um livro fraco. Talvez tenha sido algo bom, pois assim eu não crio grandes expectativas perante o livro e não me decepciono, que é o que acontece com alguns outros livros já mais conhecidos, os quais peguei para ler com tão grande expectativa pelo que falavam e prometiam e não achei lá essas coisas. Com O fim de todos nós eu me surpreendi. O livro possui 267 páginas e está dividido em três partes: SINTOMAS, QUARENTENA e MORTALIDADE. Três partes significativas quando se trata de uma doença epidêmica.

O livro é narrado em primeira pessoa na forma de um diário. A personagem principal é a Kaelyn e ela decide usar seu caderno como diário para se manter na linha e treinar tudo que ela quer dizer ao seu melhor amigo Leo. Kaelyn mora em uma cidade que fica em uma ilha e o seu melhor amigo Leo foi recentemente embora dessa ilha; de início sabemos apenas que os dois estão brigados por algum motivo e estavam sem se falar, então o diário também é uma forma de Kaelyn “conversar” com Leo. Conforme o desenrolar da história acontece, nós vamos entendendo o porquê de eles terem parado de se falar.

Kaelyn tem certos problemas para se socializar com outras pessoas e, quando começa o diário, ela diz que vai mudar isso, por ela mesma e pelo Leo. Com isso ela começa a tentar falar mais com outros colegas nos corredores e tenta socializar; um seminário de história em dupla é passado na escola e ela faz par com sua amiga Rachel, e vai à casa dela para começarem o trabalho. É nesta parte que podemos ver realmente os SINTOMAS. Quando na casa de Rachel, seu pai aparece com uma aparente gripe e age de uma forma estranha.

“Tudo tem início com uma coceira insistente. Então vem a febre e o comichão na garganta. Dias depois, você está contando seus segredos mais constrangedores por aí e conversando intimamente com qualquer desconhecido. Mais um pouco e começam as alucinações paranoicas. Então você morre.”

Neste ponto o enredo passa a se desenvolver mais rápido, pessoas na cidade com a estranha nova gripe vão surgindo e medidas vão sendo tomadas, como não sair muito de casa e o uso de máscaras. Quando a situação vai se agravando, a ilha é colocada em estado de QUARENTENA. Ninguém mais entra ou sai da ilha, suprimentos são deixados através de uma barca, depois de um tempo a barca é suspensa e fazem a entrega por helicóptero, até aos poucos o governo ir deixando de dar apoio. Problemas com a comunicação telefônica para fora da ilha e com a internet também acontecem por falta de manutenção devida, com o tempo perdem a filtragem da água e até mesmo a energia elétrica.

Ai vem a MORTALIDADE, muitos já morreram e outros estão prestes a morrer pela doença até então sem cura, apenas seis pacientes conseguiram se curar até então, e de uma forma que eles não sabem identificar como. Não bastando os problemas de saúde e saneamento, surge pelas ruas uma gangue que arruma a forma deles de sobreviver ao vírus, roubando suprimentos, incendiando casas e matando doentes.

“Estamos em um penhasco, todos nós, e a sobrevivência não é uma questão de ser melhor ou mais inteligente. É uma questão de resistir o máximo possível, de tentar, falhar e tentar novamente até se aproximar um pouquinho mais de uma solução”. Pag. 259

Mesmo com o livro sendo narrado em primeira pessoa, Megan Crewe sabe muito bem desenvolver outros personagens envolvidos. Você não precisa se identificar apenas com o Leo ou a Kaelyn. Temos outros personagens que também ganham seus destaques, como o pai da Kaelyn, que é o único microbiologista da ilha, o irmão de Kaelyn, Drew, que tem certos problemas de relacionamento com o pai por ser gay. Você ainda pode se identificar com a pequena Meredith que é prima de Kaelyn ou sua inesperada nova amiga, Tessa, que é namorada de Leo. Tem ainda o metido a herói Gav e seus amigos Warren e Quentin. Personagens bem diferenciados não vão faltar na história e pode ter certeza que com ao menos um deles você vai se identificar. O fim de todos nós pode não ser “O livro”, mas é um livro de uma simplicidade incrível que comove com seu desenrolar. Agora com esse final que faz você pensar “TA FALTANDO PÁGINA NISSO AQUI” e implorar pelo segundo, temos apenas que esperar que nossa querida Intrínseca não demore mais tanto para lançar os outros dois. Fica aí essa recomendação ótima que me tirou de minha ressaca literária. Agora continuo com minha lista e daqui a pouco trago mais resenhas a vocês!

P.S.: Quero ver não bater o nervosismo depois que você ler e você sentir uma coceirinha haha.