Resenhas

Para todos os garotos que já amei, de Jenny Han, e Não tira o batom vermelho, de JoutJout

Olá, leitores!

Odeio começar posts assim, mas preciso situá-los para o fato de que estou em fim de semestre, que me esforcei para passar em todos as matérias pela primeira vez em 4 anos e que estou fechando um projeto de pesquisa, e é por essas e outras que o blog se encontra um pouco largado. Contudo, respondendo aos pedidos das nossas amadas leitoras Aline e Samy, resolvi “reler” Para todos os garotos que já amei e resenhá-lo para vocês. Continue lendo “Para todos os garotos que já amei, de Jenny Han, e Não tira o batom vermelho, de JoutJout”

Resenhas

Caçadores de Trolls, de Guillermo Del Toro (livro + série)

Precisamos falar de Caçadores de Trolls.

Se você ainda não conhece, deveria conhecer; é um livro escrito por Daniel Kraus e Guillermo Del Toro, sim, sim, repito, Guillermo Del Toro, é, o cara de Labirinto do Fauno, Hellboy e outros filmes muito legais. Só com isso já dá crédito e confiança para a leitura desse livro. Para completar, a Netflix adaptou como uma série de TV. O pacote completo.

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Livros

Dicas da Vida com o Roh

Hoje é quinta, e nós temos mais um Dicas da Vida! Desta vez, comigo, Rômulo. Olha, eu trouxe para vocês muita coisa especial, desde os queridinhos e amados das minhas prateleiras aos favoritos de toda minha vida.

Eu não me considero uma pessoa que tem ou que já leu MUITA coisa, pois vejo muita gente por ai que tem bem mais, mas me considero alguém que já tem bastante experiência no assunto, sim, e, por isso, queria trazer um pouco das melhores coisas que já passaram por mim neste mundo literário. Vamos lá…

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Livros

BOOK HAUL do Roh – Janeiro

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BOOOOOOOKK HAAAUUUULLL!!!

E aí, galera!! Estou empolgado, haha, eu nunca fiz book haul devido a sempre achar que não recebo livros suficientes para fazer, pois sempre os vídeos que vejo de Book Haul eles mostram um montão de livros. Mas esse ano pretendo fazer, mesmo que eu ganhe apenas um, rsrs.

Para aqueles que não sabem, Book Haul é basicamente os recebidos do mês. Você junta todos aqueles livros que recebeu naquele mês e mostra pra galerinha, RS, então vamos lá!

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Desafios e Metas 2017, Livros

Projeto de leitura – Livro S

Você já conhece o livro S?

Pois deveria. Talvez até já tenha visto ele por aí nas andanças pela livraria, naquelas vezes que a gente entra na livraria e vai catando aqueles livros UAU e depois coloca tudo de volta no lugar prometendo que volta para pegar seus bebês e levar para casa, sabe. Então, vou tentar ajudar vocês, esse aqui é o S:

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Sim, essa caixa preta apenas com um grande S na capa bem sinistro e misterioso. Mas não foi apenas a caixa que me chamou a atenção, o nome de um autor também ajudou a aumentar o interesse, J. J. Abrams, afinal, se tem o J. J. Abrams no meio com certeza vale a pena conferir.

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Livros

RESENHA – Estação Onze, Emily St. John Mandel

 

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*suspiros*

Tem apenas algumas horas que terminei de ler este livro e eu já precisava começar esta resenha. Eu já havia visto Estação onze faz um tempo, logo que lançou, a capa me chamou bastante atenção, pois achei muito bonita e sua premissa também me pareceu bem interessante; acabou que o livro foi ficando na fila, pois havia outras prioridades. Recentemente anunciei o evento Piquenique Distópico, onde abordaria alguns livros que tratam sobre distopias, foi aÍ que vi a oportunidade de ler Estação onze.

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Estação Onze

Emily St. John Mandel

R$ 20,90 até R$ 32,81

Ano: 2015 / Páginas: 320
Idioma: português
Editora: Intrínseca

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………Certa noite, o famoso ator Arthur Leander tem um ataque cardíaco no palco, durante a apresentação de Rei Lear. Jeevan Chaudhary, um paparazzo com treinamento em primeiros socorros, está na plateia e vai em seu auxílio. A atriz mirim Kirsten Raymonde observa horrorizada a tentativa de ressuscitação cardiopulmonar enquanto as cortinas se fecham, mas o ator já está morto. Nessa mesma noite, enquanto Jeevan volta para casa, uma terrível gripe começa a se espalhar. Os hospitais estão lotados, e pela janela do apartamento em que se refugiou com o irmão, Jeevan vê os carros bloquearem a estrada, tiros serem disparados e a vida se desintegrar.
……….Quase vinte anos depois, Kirsten é uma atriz na Sinfonia Itinerante. Com a pequena trupe de artistas, ela viaja pelos assentamentos do mundo pós-calamidade, apresentando peças de Shakespeare e números musicais para as comunidades de sobreviventes.
………Abarcando décadas, a narrativa vai e volta no tempo para descrever a vida antes e depois da pandemia. Enquanto Arthur se apaixona e desapaixona, enquanto Jeevan ouve os locutores dizerem boa-noite pela última vez e enquanto Kirsten é enredada por um suposto profeta, as reviravoltas do destino conectarão todos eles. Impressionante, único e comovente, Estação Onze reflete sobre arte, fama e efemeridade, e sobre como os relacionamentos nos ajudam a superar tudo, até mesmo o fim do mundo.

Vampiros, super poderes, zumbis, busca por cura de doenças mortais, ataques nucleares, todos estes temas que todos sempre vemos em nossas distopias favoritas, em Estação onze não há nada disso!

O livro começa no teatro, uma apresentação de Rei Lear com Arthur Leander representando seu tão sonhado papel de Rei Lear, até que tem um ataque cardíaco no meio do palco. Um espectador com treinamento em emergência médica corre para tentar ajudar, uma atriz mirim observa assustada, Arthur morre. Mais tarde, os produtores do espetáculo estavam no bar do saguão bebendo à saúde de Arthur e conversando sobre o acontecido e o impacto disso nas apresentações. Entre todos eles que estavam no bar naquela noite, o garçom foi quem sobreviveu mais tempo, três semanas.

— Sabe, na versão para o cinema, há o apocalipse e depois…

— O que leva você a pensar que vamos conseguir chegar ao que vem depois?

Tudo começa de forma simples, mas instantânea. Uma gripe que foi denominada Gripe da Geórgia começa a matar o pessoal; é uma gripe como outra qualquer, mas com os sintomas bem mais intensos e com o período de incubação muito menor… em questão de horas a pessoa que demonstra os sintomas já acaba morrendo e ela se alastra pelo mundo inteiro rapidamente.

99,9% da população mundial morre.

Não havia mais internet. Não havia mais redes sociais, não havia mais buscas de significados de sonhos, esperanças nervosas, fotografias de almoços, gritos de socorro, expressão de satisfação, status de relacionamento atualizados com imagens de coração inteiro ou partido, planos para um encontro mais tarde, apelos, queixas, desejos, fotos de bebês com roupa de ursinho no Halloween. Não havia como ler e comentar sobre a vida dos outros, logo não havia mais como se sentir menos sozinho. Não havia mais fotos de perfil.

Avançando 20 anos depois do surto da Gripe da Geórgia, conhecemos a Sinfonia Itinerante, um grupo de pessoas que foram se juntando com o passar do tempo, músicos e atores, amantes das artes, e juntos saíam em caravana pelas cidades que se formaram de sobreviventes, apresentando números musicais ou obras de Shakespeare.

— As pessoas querem o que houve de melhor no mundo.

Acompanhamos a jovem Kirsten na Sinfonia Itinerante. Kirsten se apega a um dos pequenos fatos que ela lembra de sua vida antes da calamidade, quando ela tinha 8 anos ela era atriz mirim e no dia que tudo começou a acontecer ela atuava em uma peça chamada Rei Lear e lembra de um homem que morreu de ataque cardíaco bem próximo a ela e como ela havia ficado assustada, desde então ela procura revistas de fofocas antigas que falem desta pessoa que é seu elo com o mundo antigo, Arthur Leander.

O que seria a Estação onze, então? A Estação onze nada mais é do que uma história em quadrinhos que uma das personagens cria e, no pós-calamidade, dois volumes vão parar nas mãos de Kirsten. Os quadrinhos de Estação onze falam de uma distopia que se torna uma aventura no espaço e podemos conhecer um pouco sobre, é tipo uma distopia dentro de uma distopia! Meu deus, estamos no filme A Origem! A Estação onze não é o foco do livro, apenas um adicional muito bem colocado.

O que achei mais interessante neste livro foi o fato de ele não se passar apenas no futuro, ele alterna entre capítulos variados mostrando o antes da calamidade e o depois da calamidade. Foi assim que o mundo passou a ser conhecido, os anos zerados e recomeçaram, Dia 1, Dia 2, Dia 87, Ano 1… Ano 20. Ele mostra várias partes da história e você pode ir encaixando os fatos e os acontecimentos como um quebra-cabeça, é incrivelmente prazeroso quando ele vai contar algo de um personagem novo e você vai vendo que ele está ligado a outros personagens, e você vai vendo o quebra-cabeça sendo montado e uma história linda surgindo.

O inferno é a ausência das pessoas de quem temos saudade.

Eu diria que Estação onze é uma distopia sobre pessoas, sobre como as pessoas lidam com o fim de tudo, e não apenas isso. Trata de como as pessoas já são vazias nos dias atuais e como elas ficam com o fim de tudo que elas conhecem. Se você está com aquela ressaca literária eu recomendo demais esse livro, ele é leve e muito gostoso de ler, você vai lendo aos pouquinhos e vai se deliciando com a leitura, é boa demais.

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Espero que gostem! Gostou? Deixa o like e um comentário para a gente conversar aqui em baixo, rs.

Quer pedir resenha? Deixa nos comentários, também!

Beijão e até a próxima!

Roh

Livros, Resenhas

RESENHA – Endgame, James Frey

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Só um pode ganhar.

O Endgame é real.

E vai começar.

James Frey, reconhecem esse nome? Talvez vocês conheçam então o nome Pittacus Lore, autor de Os Legados de Lorien. Um pseudônimo usado por James Frey para representar a Full Fathom Five. Muita informação? Vamos com mais calma, então. James Frey criou a empresa Full Fathon Five, que junta escritores para bolarem ideias e escreverem livros como a saga de Os Legados de Lorien. Resumindo, o autor de Endgame é um dos autores / idealizadores de Os Legados de Lorien. Pode apostar que vem alienígenas por aí.

As curiosidades envolvendo este livro não são poucas. Endgame teve seu lançamento simultâneo no mundo inteiro, pois este livro te leva para uma grande competição mundial. Não está entendendo? Endgame é um livro interativo, enquanto você o ler vai passar por páginas que são enigmas, charadas, desafios, pistas para uma competição real. O primeiro que desvendar tudo ganha 500 mil dólares. James Frey não quis poupar no quesito inovação nessa nova empreitada.

Sem mais delongas, vamos a Endgame – O Chamado. Primeiro livro da trilogia Endgame.

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Endgame – O Chamado

James Frey…

 R$ 20,99 até R$ 37,51

Ano: 2014 / Páginas: 504
Idioma: português
Editora: Intrínseca

“A história começa há doze mil anos, quando seres poderosos desceram do céu entre fumaça e fogo e criaram a humanidade, deixando-nos regras segundo as quais viver. Precisavam de ouro, e, para extraí-lo, instalaram aqui as doze linhagens que deram origem às nossas antigas civilizações. Quando conseguiram o que queriam, foram embora. Mas avisaram que um dia retornariam e que, quando isso acontecesse, seria para o Jogo. O Jogo que determinaria nosso futuro. Os Jogadores terão que achar três chaves, que estão espalhadas pelo planeta. Quem achá-las primeiro, ganha. Endgame: O Chamado acompanha a busca dos doze Jogadores pela primeira chave.

Terra. Agora. Hoje. Amanhã.

O Endgame é real e vai começar.

O futuro ainda não está escrito.

O que tiver de ser, será.

Doze jogadores. Jovens, mas pertencentes a linhagens ancestrais.

Das quais descende toda a humanidade.

Linhagens escolhidas milênios atrás.

E que vêm se preparando desde então.

Eles não têm poderes sobrenaturais.

Não podem voar, não transformam chumbo em ouro nem curam a si mesmos.

Quando a morte chega, eles morrem. Eles e todos nós.

São os herdeiros da Terra, e cabe a eles resolver o Grande Mistério da Salvação.

Um deles precisará conseguir fazer isso, ou todos estaremos perdidos.”

Preciso dizer logo de início: esse livro é muito bom. Gosto de livros com diferentes pontos de vista e neste temos nada menos que o ponto de vista de cada jogador;sim, doze pontos de vista se revezando a cada capítulo. Para melhorar mais ainda se adiciona pura ação em todo capítulo, afinal não são simples doze pontos de vista, são doze pontos de vista de doze jovens altamente treinados para serem as pessoas mais mortais do mundo.

Na história podemos acompanhar a vida de cada um desses doze jovens que são os atuais Jogadores treinados por suas linhagens para estarem prontos para o Endgame; finalmente eles recebem o sinal para O Chamado, o início do Endgame. Cada jovem segue a pista que recebe e assim eles começam a jogar o Endgame. O objetivo é encontrar as três chaves, primeiro a Chave da Terra, depois a Chave do Céu e por último a Chave do Sol. E no meio dessa busca eles vão matando uns aos outros. No final, apenas um Jogador pode vencer e sua linhagem será poupada, todo o resto da humanidade morre e a linhagem vencedora repovoará o planeta.

O primeiro livro é recheado de muita ação, morte, sangue, armas e mais mortes. Não sei vocês, mas eu, por exemplo, por ler os 12 pontos de vista acabo gostando um pouco de cada personagem por entender seu lado. Com isso é difícil aceitar qualquer morte, mas leia preparado, pois com certeza aquele personagem que você gostar vai no mínimo sofrer muito e pode até acabar morto. Vou tentar descrever cada um dos doze personagens em poucas palavras e sem spoilers:

Marcus Loxias: Metido a besta.

Chiyoko Takeda: Ninja muda amorzinho.

Sarah Alopay: Estereótipo de garota americana patricinha.

Alice Ulapala: Forte guerreira.

Aisling Kopp: Rainha da poha toda.

Baitsakhan: O próprio demônio em forma de criança.

Jago Tlaloc: Mortalmente de boas.

An Liu: KABOOM tremePISCAtreme.

Shari Chopra: Mamãe.

Kala Mozami: Lokona.

Maccabee Adlai: Parece babaca, mas não subestima, não.

Hilal ibn Isa al-Salt: Vamos ser amiguinhos.

Em cada um dos livros, mostra-se a busca por uma das chaves, em O Chamado já podemos ver que Jogador consegue a Chave da Terra e é aí que vamos para o segundo livro, a busca pela Chave do Céu.

Só um pode ganhar.

O Endgame é real.

E já começou.

No segundo livro, Endgame – A Chave do Céu, as coisas já estão bem diferentes.

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Endgame – A Chave do Céu

James Frey…

R$ 29,80 até R$ 42,21

Ano: 2015 / Páginas: 512
Idioma: português
Editora: Intrínseca

“Em Endgame: A Chave do Céu, o Jogo que definirá o futuro do planeta ganha um novo e eletrizante capítulo.

No primeiro volume da série, O Chamado, conhecemos os doze Jogadores: seus medos, ensinamentos e o desejo implacável pela vitória.

Na busca pela primeira chave, alianças foram sacramentadas, segredos foram revelados e a morte inevitável chegou para alguns. Mas o Jogo continua, e agora os nove Jogadores remanescentes precisarão ser mais ágeis, inteligentes e cruéis, se quiserem salvar suas linhagens e a si mesmos. A Chave do Céu — onde quer que esteja, o que quer que seja — é a próxima meta. E nada será capaz de deter os Jogadores.”

É difícil falar muito sobre a continuação de um livro sem dar spoilers. Vamos então a coisas bem básicas. Jogadores morreram no primeiro livro e o restante deles continua a busca neste segundo livro. Nele podemos nos aprofundar mais nas linhagens, conhecer melhor algumas delas e saber seus antigos objetivos específicos. O Endgame foi revelado para toda a Terra, todos os seres humanos estão começando a se desesperar com o fim do mundo sem entender bem. Alianças foram formadas entre Jogadores, alianças que sabem que uma hora ou outra serão quebradas e o primeiro a dar este golpe sai na vantagem. Nos aprofundamos em conhecer alguns personagens e isso tudo sem poupar mais uma vez a ação que continua frequente no jogo. A morte é inevitável. Conhecemos também mais sobre os Criadores e sobre o Endgame e suas regras (ou a falta delas) e se ele pode ou não ser parado. Será que existe uma saída?

Terminando o segundo livro nos resta esperar pelo grande desfecho da busca pela Chave do Sol no terceiro livro, enquanto isso é possível ler os diários de treinamentos de cada jogador que estão disponíveis em e-book.

Leiam Endgame, seja você um fã de distopias ou não. Leia Endgame, seja você um fã de alienígenas ou não. Leia Endgame, seja você um fã de ação ou não. Leia Endgame.

O Endgame já começou.

Até mais,

Roh

Livros

Breve texto sobre breves palavras

Sim, dedicatórias. Venho hoje até vocês não com uma resenha nova (que em breve virá), mas com este humilde texto sobre certa parte dos livros à qual eu aprendi a dar grande atenção: a dedicatória. São aquelas simples palavrinhas, às vezes até duas ou três linhas, que antecedem toda historia de um livro, um recado mais que pessoal do autor para alguém especial. Vasculhando minha estante selecionei cinco livros que possuem minhas dedicatórias favoritas e as trago a vocês.

Eu não dava tanta atenção a isso nos meus primeiros livros, para mim era uma mensagem que o autor escrevia para uma pessoa específica e que não tinha nada de interessante para mim. Até que um livro mudou isso, foi com a dedicatória de J. K. Rowling em Harry Potter e as relíquias da morte que tudo mudou, vocês lembram-se dela?

Livro---Harry-Potter--e-as-Reliquias-da-Morte_0Caramba, quando eu li eu não acreditei, eu li, reli, li novamente, fechei o livro, abri e li de novo. Eu estava em êxtase, como essa mulher me fez ficar em êxtase sem nem ter começado o livro MDS. Afinal, ela estava dedicando o desfecho da sua história a apenas sete pessoas (vale resaltar a ligação que J. K. tem com este número), a Neil, Kenzie e David que são seu atual marido e os dois filhos que tem com ele respectivamente. A Jessica, sua primeira filha. A Anne, sua mãe. A Di, sua irmã mais nova. E A MIM, MDS ELA DEDICOU O ÚLTIMO LIVRO A MIM, SOCORRO, A MIM!!!!! Tá, parei.

MAS FOI PRA MIM!!!

Ok, ok. Essa realmente foi/é minha reação ao ler, kkk, e acredito que a de muitos dos fãs que leram. Muita emoção mesmo.

Vamos dar continuidade ao texto, haha. Outro livro que separei possui uma das dedicatórias mais lindas que já li.

Daniel Pereira

Assim como sua dedicatória, o livro traz uma história igualmente linda e comovente, capaz de emocionar seus leitores. Não tenho muito o que dizer sobre esta dedicatória, apenas sentir. Acredito que alguns de vocês vão entender também.

Capa Artemis Fowl O Último Guardião V1 RB.aiEu acho muito legal esses autores que dedicam seus livros aos fãs, principalmente autores de sagas, pois acredito que os fãs são tudo para fazer daquele livro um BOOM entre o universo dos leitores. Existe uma saga da qual eu gosto muito, muito mesmo, e que sempre recomendo aos meus amigos, Artemis Fowl.

Em seu último livro da saga, Eoin Colfer dedica-o a seus fãs, que sempre o acompanharam. Quem não se sente mais ligado ao autor com uma dedicatória assim? Não sei vocês, mas eu sim.

Agora vem uma das dedicatórias mais peculiares que já vi. Scott Westerfeld é autor da trilogia distópica Feios. Uma das melhores histórias de distopia que já li.

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Extras é o quarto livro da “trilogia” Feios, esta peculiar dedicatória do autor foi para todos seus fãs que imploravam por mais um livro da trilogia e conseguiram. Extras conta uma história distinta da trilogia, que se passa em uma cidade diferente e conta com a participação especial de personagens da trilogia inicial.

Daniel PereiraPara finalizar este que acabou sendo um não tão breve texto sobre dedicatórias, trago a vocês a dedicatória mais trolladora e fuleira que já li e me fez rir pencas:

Em A Casa de Hades, nosso querido Tio Rick nos trás esta irreverente dedicatória sobre o livro anterior da saga.

Então, vocês já haviam parado para prestar um pouco mais de atenção nas dedicatórias dos livros que leem? Às vezes trazem boas histórias. Gostaram das dedicatórias que separei? Quais as suas favoritas?

Deixem seus comentários e podemos conversar sobre as suas favoritas! Se quiserem saber um pouco mais sobre algum destes livros ou se quiserem resenha deles podem deixar seus pedidos também. Espero que tenham gostado e até outro dia!

Rômulo Neto.

Eventos

|Turnê Intrínseca 2015| O Desafio

Olá,

A editora Intrínseca já está se preparando para a 4ª Turnê, evento que divulga as apostas da editora em várias cidades do Brasil. Na minha humilde opinião, é o evento literário mais esperado do ano. Claro que não há uma comparação justa com a Bienal do Rio, em setembro, mas é o único evento que vai até o leitor de várias regiões e promove uma verdadeira comoção.

Nesta edição, a editora pretende viajar à 20 cidades. Com já escolhidas 17 cidades, as outras 3 ficam a cargo dos leitores decidir através do desafio que será proposto dia 15/01 (quinta-feira) pelo Twitter da editora as 10h. Estão disputando as três vagas: Aracaju, Boa Vista, Campo Grande, João Pessoa, Macapá, Maceió, Palmas, Porto Velho, Rio Branco e São Luís. Segundo a Intrínseca:

Capitais que já abrigaram a Turnê Intrínseca e que também receberão o evento na quarta edição:

– Belém
– Belo Horizonte
– Brasília
– Cuiabá
– Curitiba
– Florianópolis
– Fortaleza
– Goiânia
– Manaus
– Natal
– Porto Alegre
– Recife
– Rio de Janeiro
– Salvador
– São Paulo
– Teresina
– Vitória

Beijos, May.