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|TAG| E Os Bridgertons viveram felizes para sempre…

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Queridos leitores,

Com o lançamento de E viveram felizes para sempre, chega ao fim a série Os Bridgertons, da renomada, adorada e amada escritora de Romances de Época, Julia Quinn. Foram 9 livros com muitas personagens marcantes, bailes, vestidos e escândalos. Pode até parecer muito definitivo, e até seria, mas a editora Arqueiro confirmou a publicação de diversas séries da autora, sendo que os quatro livros de Quarteto Smythe-Smith serão publicados de uma só vez em fevereiro e, ainda, a própria Quinn fará turnê no Brasil em março para divulgar os novos livros. Continue lendo “|TAG| E Os Bridgertons viveram felizes para sempre…”

Eventos, Livros, Resenhas

‘Lendo e Relendo’ As Regras da Sedução, Madeline Hunter.

Olá,

Senti saudades de resenhar os livros aqui! Informações primeiro, decidi resenhar 4 livros por mês. Assim eu estabeleço uma meta e posto outras coisas, como as colunas, para complementar sem pressão. Eu leio muito mais que isso, mas eu gosto de ler coisas que eu não vejo porque resenhar aqui, que não tem muito haver com a temática do blog.

Vou esse mês completar as resenhas dos Romances de Época Editora Arqueiro, após essa só faltarão as continuações das séries. Já prevejo que vou ficar ocupada, mesmo com a greve, esses meses de maio e junho. Consequência de um evento em julho de Fantasia que estarei mediando da SDE Brasil. Se eu sumir, já sabem o porquê.


Vamos entender um pouco da série…

A série de Madeline Hunter é baseada nos irmãos Rothwell: Hayden, sensual protagonista do primeiro livro; Elliot, o atraente caçula que não poupa esforços para conseguir o que deseja; e o irresistível Christian, o primogênito e portanto detentor do titulo de Marquês de Easterbrook, cuja história fecha a série.

As aventuras e desventuras de uma segunda família se desenrolam ao longo da série: os Longworths, uma família da pequena nobreza que vai perdendo rapidamente seu status social na implacável sociedade britânica do século XIX

Fonte: Editora Arqueiro

Esta série segue o mesmo estilo de narrativa (terceira pessoa subjetiva) de Os Bridgertons e Os Hathaways, que já tiveram resenhas publicadas do 1º livro de cada série citada. Cada livro conta a estória de um dos irmãos Rothewell, exceto o 3º que conta a estória de um membro da família Longworth, encontrando o seu felizes para sempre… Cada irmão Rothewell tem sua excentricidade, o que os torna diferente a seu modo dos outros heróis dos Romances de Época da Editora Arqueiro.

E é aqui que vou lhes contar o que me fez apaixonar pelas séries publicadas pela editora, cada série é diferente da outra. Não importa que todas sejam retratadas no século XIX, e que os protagonistas sejam irmãos ou parentes, todas as séries são diferentes. Tratam sobre o casamento, e o feliz para sempre de contos de fadas a seu modo. As mulheres são diferentes e até o modo como trabalham sobre os costumes da época. Não há nada repetitivo, ou comum.


Título: As Regras da Sedução

Série: Rothwell Brothers

Escritor (a): Madeline Hunter

Editora: Arqueiro

Páginas: 272

Ano: 2013

Sinopse: Skoob

Alexia Welbouner é conhecida como a prima pobre dos Longworths, morando de favor na casa deles à alguns anos. Alexia se vê apegada a família não só por ser a única que ela tem, mas por nutrir um amor por seu primo Benjamin Longworth, Ben, que morreu na Grécia.

Lorde Hayden Rothewell é um grande contador, economista, e um exímio matemático. Sabe a parte da excentricidade? Ele faz imensas contas e cálculos em sua mente, as vezes perdendo o contato com o mundo real. Quem estudou um pouco sobre Platão e o mundo das ideias vai consegui associar, esse foi um dos pontos que me fez apaixonar pelo livro. Mas claro, que Hayden tinha que ser bonito, charmoso e rico.

Quando Hayden aparece na vida, e na casa para ser mais precisa, de Alexia é para anunciar a ruína financeira da família. O que Alexia não sabe é que Timothy Longworth, herdeiro e irmão de Ben, roubava os clientes do banco que família é sócia. Ela acaba jogando toda a culpa da ruína de sua família nos ombros fortes de Hayden, seu ódio por ele presente na sua falta de educação na presença do Lorde. Com os Longworth na ruína, Alexia terá que encontrar um emprego que a sustente e que a ajude a enviar dinheiro aos seus primos.

O problema é que Alexia e Hayden tem química, muita química! E Hayden com todos seus cálculos vê uma oportunidade de resolver o problema de conseguir uma dama de companhia para sua tia Henrietta e uma preceptora para sua prima, e ainda manter Alexia por perto para seu bel prazer. Alguns podem dizer que não é, mas para mim ele se aproveitou do fato dela está desamparada e sem família.

É claro que eles acabam se envolvendo, e mais cálculos frios de Hayden os fazem se comprometerem em um casamento. Sendo que Alexia ficaria satisfeita sendo sua amante, mas entre ser uma mulher da vida e uma mulher casada e honrada (algo que ela presa muito) não é difícil de escolher. E mesmo odiando Hayden pelo que ele fez a sua família, Alexia aceita casar com ele.

Então a estória ganha um rumo diferente , alguns segredo serão revelados e pessoas somem e surgem. Alexia vai descobrir segredos de sua família que não deveriam nunca existir. E Hayden vai lutar a sua maneira para manter Alexia a seu lado.

Os irmãos Elliot e Christian Rothewell aparecem na trama para nos fazer rir, mas também revelar sobre a triste estória de um amor não correspondido entre seus pais. Tia Henrietta é uma xereta que consegue fazer da vida do mais excêntrico Rothewell, Christian, um inferno. Sendo que sua filha, Caroline, é um fantoche em suas mãos. Vemos em paralelo as dificuldades que Rose Longworth sofre para manter os cacos da sua família unida, enquanto seu irmão Timothy gasta os tostões da família em álcool. E temos um vislumbre de nossa próxima heroína, Phaedra Blair, que é uma grande amiga de alexia, e é uma das preceptoras do feminismo.


Madeline Hunter teve seu primeiro romance publicado em 2000. Desde então, já escreveu vinte romances históricos e uma novela, e seus livros foram traduzidos em doze idiomas, totalizando mais de seis milhões de exemplares vendidos. Ela foi sete vezes finalista e duas vezes vencedora do principal prêmio literário para romances dos Estados Unidos, o RITA Award. Seus livros figuraram na lista de mais vendidos do USA Today, New York Times e Publishers Weekly. Madeline é professora universitária e PhD em história da arte.

     Beijos, May.

Eventos, Livros, Resenhas

‘Lendo e Relendo’ Desejo à Meia-Noite, Lisa Kleypas.

Boa noite,

Faz umas duas semanas que andei me gabando de ter lido os três primeiros livros da série Os Hathaways, escrita por Lisa Kleypas, de uma só vez nas redes sociais. Gente, eu levei menos de uma semana lendo isso. Claro que tive que dá uma parada para ler Convergente, mas só consegui quando terminei de ler até a prévia do 4º volume, Manhã de Núpcias.


Vamos entender um pouco da série…

Os protagonistas da série criada por Lisa Kleypas, os cinco irmãos da família Hathaway (Leo, Amelia, Winnifred, Poppy e Beatrix) passaram por maus momentos desde a morte de seus pais, descendo vertiginosamente no espectro social.

Um dia, no entanto, os Hathaways recebem uma polpuda herança, e tudo parece melhorar – mas não é o que acontece.

Logo Amelia Hathaway percebe que cuidar de suas irmãs mais novas e controlar seu impulsivo irmão mais velho Leo é uma tarefa mais fácil do que transitar pelas intrigas da alta sociedade inglesa.

Fonte: Editora Arqueiro

Esta série segue o mesmo estilo de narrativa (terceira pessoa subjetiva) de Os Bridgertons, que já teve resenha publicada do 1º livro. Cada livro conta a estória de um dos irmãos Hathaways encontrando o seu felizes para sempre, ou nem tanto assim… Diferente de Os Bridgertons, alguns personagens continuam a aparecer na trama mesmo depois de protagonizarem algum livro anterior e outros recebem um certo destaque e tem suas vidas com foco menor nos livros anteriores àquele onde é o protagonista da vez (não sei se deu para entender).


Lisa Kleypas, Os Hathaways #01 - Desejo à Meia-Noite

  Título: Desejo à Meia-Noite

Série: Os Hathaways

Escritor (a): Lisa Kleypas

Editora: Arqueiro

Páginas: 272

Ano: 2012

Sinopse: Skoob

Amelia Hathaway é uma solteirona. Aos 26 anos, ela já não tem chances de arranjar um bom casamento e nem quer. Depois da morte dos pais, ela e seus quatro irmãos tiveram que viver aos trancos. Mas além das dificuldades financeiras, Amelia sofreu uma grande decepção amorosa e, mesmo após ser trocada, ainda tem coração para justicar os atos do idiota que a largou.

Quando Leo, seu irmão mais velho, recebeu um imprevisível título de nobreza – que não paga muito, mas ajuda – as coisas só pioraram para Amelia. Leo, para o horror de sua irmã super controladora (porque é isso mesmo que ela é), gasta todo o dinheiro com mulheres, bebidas, jogos e [a lista é bem grande]… Então, Amelia acha que é seu dever cuidar de Leo e arranjar bons casamentos para as irmãs mais novas.

Em Londres, outono de 1848. Amelia está rondando as piores ruas da cidade atrás de Leo com Marripen, um ser indefinido na família Hathaway por quem você com certeza vai se apaixonar de primeira. O bastardo (nesse caso o Leo), que tem motivos para agir assim descobrimos um pouco mais afrete na estória, fazia três dias que sumiu. E Amelia espera que ele não esteja morto numa sarjeta, ou que tenha se metido em alguma briga, ou que não tenha contraído dívidas. Explicações aparte, é no meio dessa busca que Amelia se depara com Cam Rohan.

Cam Rohan é meio cigano, meio irlandês, um homem difícil de se definir e, embora tenha ficado muito rico, nunca se acostumou com a vida na sociedade londrina. É claro, que assim que se conhecem, eles sentem uma grande atração um pelo outro. Ao rodar as ruas de Londres atrás de Leo, essa atração é temperada pelo pouco que cada um vai descobrindo do outro. Porém, ambos se vêem aliviados da perspectiva de nunca voltarem a se encontrar novamente.

E veja, quando a família Hathaway se muda para o campo, o que a espera é uma casa em ruínas e vizinhos extremamente excêntricos. Amelia tropeça no meio de um lançamento de foguete e se ver rolando na grama (pausa para risadas e frases de duplo sentido) com ninguém menos que Cam Rohan. Eles se envolvem, mas Amelia não quer perder sua autonomia e nem quer a ajuda de ninguém. Só que, pelo menos uma vez na vida, ela não irá conseguir controlar o que irá acontecer entre eles dois e nem seu irmão Leo, que tem sua tendência suicida aguçada pelo fantasma de sua amada morta.

Em contra partida ao romance entre Amelia e Cam, vemos não o desenrolar, mas uma pincelada do relacionamento entre Win, segunda irmã Hathaway, e Marripen. Win tem pulmões fracos, nunca se recuperou de uma doença que teve anos atrás. Marripen, chegou nos Hathaways a mais de dez anos, e se tornou o faz tudo da família sem ter um papel definido nela. Marripen tem uma óbvia paixão por Win, mas sabe que nunca poderá tê-la, quiçá pela delicadeza ou por não acha que a merece. Em mais de um momento, toda a dedicação que ele tem por ela me cobrou lágrimas e suspiros.

Uma estória muito bem contada, bem hot também. Onde os personagens secundários são interessantes, feitos sob medida. Nessa época a burguesia estava tomando conta, quem tinha dinheiro era rei, mas nada superava o preconceito das origens. Fofoca era comum, escândalos nunca eram esquecidos. E pense bem, os Hathaways viram mestres em serem nada ortodoxos nos costumes da época.


http://www.lisakleypas.com/
Fonte: LisaKleypas.com

 

 

A série Os Hathaways foi escrita por Lisa Kleypas, autora premiada de romances de época (escreve também Romances Contemporâneos). Seus livros, já foram traduzidos em 14 idiomas, são best-sellers em vários países. Formada em Ciência Política, ela hoje em dia vive no estado de Washington com o marido e dois filhos. Uma curiosidade: em 1985 Lisa participou do concurso Miss America representando o estado de Massachusetts.

 

 

Beijos, May.

Eventos, Livros, Resenhas

‘Lendo e Relendo’ O Duque e Eu – Julia Quinn

Banner O duque e Eu

Olá,

Comecei as leituras para o evento Romances de Época Editora Arqueiro, que irei media aqui em Manaus dia 12. Sintam-se convidados, dados do evento aqui. Para mais informações sobre as outras 23 cidades que também sediarão o evento, clique aqui.

Eu fui pela ordem alfabética do nome da escritora na hora de escolher que livro eu iria ler. E sabe o quê? Acertei! O Duque e Eu é o primeiro livro da série Os Bridgertons, uma família muito respeitada na alta sociedade inglesa. Violet e Edmund Bridgerton, este último falecido, escolheram uma forma bem simples de nomear os filhos. Anthony, Benedict, Colin, Daphne, Eloise, Francesca, Gregory e Hyacinth. A ordem alfabética é até um dos temas escolhidos pela misteriosa colunista Lady Whistledown, que fofoca sobre a vida da alta sociedade. E já antecipando, cada trecho de sua coluna abre um novo capitulo e, pelas fofocas, ela estará presente até o quarto volume.

“Os Bridgertons são, de longe, a família mais fértil da alta sociedade. Essa qualidade da viscondessa e do falecido visconde é admirável, embora se possa dizer que suas escolhas de nomes para seus filhos sejam bastante infelizes.”

CRÔNICAS DA SOCIEDADE DE LADY WHISTLEDOWN, 26 DE ABRIL DE 1813.

A série é composta de oito livros e mais um compêndio, ainda não confirmado pela Editora Arqueiro. Cada livro conta a estória de um dos irmãos Bridgertons encontrando o verdadeiro amor. A série tem cenas eróticas, com foco principalmente no início do romance (a tal fase da paixão), recheado de machos alfas que não querem se comprometer e costumes que eu nem sabia que existiam no século XIX. Não sei se é ruim ou não, mas os livros não seguem a ordem dos nomes.

Árvore de Os Bridgertons

Fonte: Editora Arqueiro

Julia Quinn, Os Bridgertons #01 - O Duque e EuO Duque e Eu – Familia Bridgerton – Livro 01 – Julia Quinn

“Simon Basset, o irresistível duque de Hastings, acaba de retornar a Londres depois de seis anos viajando pelo mundo. Rico, bonito e solteiro, ele é um prato cheio para as mães da alta sociedade, que só pensam em arrumar um bom partido para suas filhas. Simon, porém, tem o firme propósito de nunca se casar. Assim, para se livrar das garras dessas mulheres, precisa de um plano infalível. É quando entra em cena Daphne Bridgerton, a irmã mais nova de seu melhor amigo.

Apesar de espirituosa e dona de uma personalidade marcante, todos os homens que se interessam por ela são velhos demais, pouco inteligentes ou destituídos de qualquer tipo de charme. E os que têm potencial para ser bons maridos só a veem como uma boa amiga. A ideia de Simon é fingir que a corteja. Dessa forma, de uma tacada só, ele conseguirá afastar as jovens obcecadas por um marido e atrairá vários pretendentes para Daphne. Afinal, se um duque está interessado nela, a jovem deve ter mais atrativos do que aparenta.

Mas, à medida que a farsa dos dois se desenrola, o sorriso malicioso e os olhos cheios de desejo de Simon tornam cada vez mais difícil para Daphne lembrar que tudo não passa de fingimento. Agora ela precisa fazer o impossível para não se apaixonar por esse conquistador inveterado que tem aversão a tudo o que ela mais quer na vida.” Sinopse via Skoob.

Simon Basset é um libertino, um aventureiro, charmoso, rico, com, aparentemente, um ótimo legado familiar. Mas Simon é um homem que teve uma infância difícil, tendo que superar uma dificuldade profunda para poder ser notado pelo pai, o duque de Hastings. Após a morte do duque, seu pai, Simon finalmente volta a Londres para assumir seus legados. Porém, Simon é um homem que carrega ódio e sede de vingança pelo pai que supera até a morte. Daphne é a filha mulher mais velha da grande e calorosa família Bridgerton, mas a quarta a nascer. E por isso tem que aguentar muitos desaforos de seus irmãos mais velhos, o que a levou ter uma grande força, tanto mental quanto física. Daphne está em sua segunda temporada pelos bailes da alta sociedade à procura de um bom pretendente, mas ela só arranja ‘perdedores’. Uma gíria minha, não deles, que resume um monte de linhas de explicação.

As coisas mudam drasticamente, o novo Duque se depara com uma jovem mulher misteriosa e extremamente atraente que tem um soco forte o suficiente para derrubar um homem. A partir daí os dois bolam um plano para conseguir que Simon não seja perseguido pelas mães ambiciosas de outras debutantes e Daphne consiga pretendentes melhores. É claro que eles se apaixonam, mas toda a miséria de Simon se interpõem entre eles, os irmãos da Daphne também e é claro que Lady Whistledown gosta de colocar lenha na fogueira. Mas eles juntos conseguem superar as diversidades e encontram seu final feliz.

Eu amei esse livro, gostei da proposta de uma família grande, feliz e acolhedora, e amo caras com passados tristes que tem que ser golpeados (ou abandonados) para encontrar seu próprio caminho (Leia-se Z.). A estória toda deles é engraçada, eu me acabei de rir em muitos momentos. E essa tal de Lady Whistledown… Essa mulher é demais. Eu achei bem interessante que tudo é muito recatado, como nos romances históricos, mas as sutilezas são muitas vezes gritantes de algumas mulheres ao oferecerem seus favores. Simon não é nem um pouco modesto sobre seus atributos, Daphne tem falta de confiança sobre os seus e Anthony é um super irmão mais velho. Nem comentei que Violet, a mãe desse bando de loucos, é uma mulher forte, decidida, que sabe como criar seus filhos e manipula-los. Eu realmente gostei de ler esse livro e indico para os que querem começar no gênero. Por favor, comecem pelo melhor que também é muito bem escrito.

Bem é isso, vou sentir saudades!

Beijos, May.